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Montes Claros – Prefeitura prorroga por mais dez anos a cessão do espaço da fábrica do VitaVida

Célia Pinto Coelho, esposa do governador de Minas, Alberto Pinto Coelho, e presidente do SERVAS (Serviço Voluntário de Assistência Social), esteve nesta quinta-feira, 15, em Montes Claros, para a assinatura do termo aditivo que prorroga a cessão de uso do imóvel da Prefeitura onde funciona a fábrica de banana desidratada do VitaVida. A vigência do convênio, firmado entre o município e o SERVAS, que se encerraria no próximo dia 2 de julho, foi prorrogada por mais dez anos.

Montes Claros -  Prefeitura prorroga por mais dez anos a cessão do espaço da fábrica do VitaVida
Montes Claros – Prefeitura prorroga por mais dez anos a cessão do espaço da fábrica do VitaVida

A assinatura aconteceu no CEMEI Amiguinhos de Jesus, uma das diversas instituições do município beneficiadas pelas bananas desidratadas. Lá, as frutas são utilizadas na merenda das mais de 340 crianças, com idade entre 2 e 5 anos, que frequentam o local.

A solenidade de assinatura contou com a presença de diversas autoridades municipais, que tiveram a oportunidade de experimentar vários pratos feitos com as bananas. Em sua fala, o prefeito Ruy Muniz agradeceu a presença da primeira-dama, lembrando que ela não é estranha ao Norte de Minas, já que nasceu em São Francisco. Ele também destacou o trabalho desenvolvido pelo SERVAS através da fábrica do VitaVida, e afirmou que “ceder o espaço por mais dez anos é o mínimo” que a Prefeitura pode fazer para auxiliar este importante serviço.

Célia, que estava visivelmente emocionada, afirmou que nunca havia pensado que, ao sair de São Francisco, voltaria ao Norte de Minas como esposa de governador, e ainda à frente de um trabalho que combate um problema tão grave quanto a desnutrição utilizando alimentos descartados.

Presente à solenidade estava Dirceu Colares, presidente da Confederação Nacional dos Produtores de Banana, e um dos fazendeiros do município que doa as frutas para a fábrica do VitaVida. Ele explica que as bananas são excedentes de produção, não adequadas para a comercialização, e se não fossem doadas seriam perdidas. Dirceu considera que a ação é totalmente sustentável, já que é socialmente justa (porque beneficia quem precisa), ecologicamente correta (porque evita o desperdício) e economicamente viável (já que incentiva o trabalho dos funcionários da plantação, que ficavam desmotivados quando viam parte da produção ser jogada fora).

Além do CEMEI, Célia também visitou as dependências da fábrica do VitaVida, que hoje produz de 700 a 800 quilos de banana desidratada por mês. Entre as outras instituições que recebem as frutas estão a Unidade de Acolhimento Betânia, o Lar das Velhinhas, a Ademoc e o Centro de Recuperação Casa de Israel.

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