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América – Piloto de caça peruano persegue nave extraterrestre

Eram 7h15m do dia 11 de abril de 1980 na base La Joya, em Arequipa, Peru. Há seis metros da cabeceira da pista foi detectada visualmente a presença de um objeto estranho, de 10m de largura por 10m m de altura, aproximadamente. Entretanto, os radares não registraram nenhuma aeronave adentrando aquele espaço aéreo restrito a operações militares.

Piloto foi designado para ir atrás de um objeto voador e narrou como foi a experiência de perseguir a nave
Piloto foi designado para ir atrás de um objeto voador e narrou como foi a experiência de perseguir a nave

Imediatamente, o comando designou seu mais experiente piloto Oscar Santa Maria que saiu em perseguição ao objetivo em um caça soviético supersônico, modelo SU-22 Sukhoi, levando mísseis de 30 milímetros, com grande poder destrutivo. “Me posicionei acima do objeto e disparei 64 obuses de 30mm que, normalmente, quando atingem o foco, desencadeiam uma enorme parede de fogo. Nada aconteceu. O objeto se deslocou e voei 84 km, a 900km por hora até a cidade de Cámana. Estava a 11 mil metros de altura e tinha o objeto na mira. Quando ia disparar novamente, ele subiu rapidamente por mil metros”, relembra o piloto.

Ele fez ainda mais três tentativas. “Eu estava em um avião muito bem equipado, mas me senti um rato contra um gatão. Acelerei a 1.850 km por hora para baixo e depois fiz uma pequena curvatura e subi o avião rapidamente a fim de surpreender o objeto por cima. Estava emparelhado com a nave, a 19.200 metros e fiquei perplexo com o que vi. Um objeto com uma cúpula abaulada branca e uma base de metal. Não havia nada externo, era muito liso, sem portas ou janelas. Já havia se passado 29 minutos, o combustível estava baixo e tive que retornar à base”, diz.

Lá, foi informado de que os radares não tinham identificado nada. “Houve uma reunião com o pessoal de inteligência quando analisamos catálogos com modelos de várias aeronaves e todo o mundo. Não havia nada parecido. Chegamos à conclusão de que aquele era um objeto voador não identificado. Tudo foi mantido em sigilo absoluto até 2012, quando foi criada a Oficina de Investigações de Fenômenos Aéreos Anômalos onde discutimos mais abertamente esses fenômenos”, conclui Oscar que continuou voando por muitos anos e, em 1983, recebeu o troféu de melhor atirador de La Roya.

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