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Saúde – Entenda o que é a dor de dente fantasma e livre-se dela

O termo “dor fantasma” é muito conhecido em casos de perda de alguma parte do corpo em que o paciente fica com a sensação de que ainda possui o membro e muitas vezes sente dor no local. Acontece que esse sintoma também pode aparecer quando se perde ou se extrai um dente.

A dor fantasma caracteriza a dor que uma pessoa sente em um membro que foi retirado e isso também pode acontecer com dentes extraídos
A dor fantasma caracteriza a dor que uma pessoa sente em um membro que foi retirado e isso também pode acontecer com dentes extraídos

Na maioria das vezes, essa dor se inicia por causa de um trauma na boca ou por procedimentos dentários. “Características genéticas, ambientais e relacionadas ao sexo influenciam na dor fantasma”, diz Sílvia Siqueira, cirurgiã-dentista e coordenadora do Comitê de Dor Orofacial da SBED (Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor). Na maioria das vezes, pessoas com propensão à dor crônica estão no grupo de risco que engloba mulheres com uma média de 40 anos.

Muitas vezes é difícil identificar a causa ou as características dessa dor e, em 90% dos casos, a pessoa acaba sendo submetida a uma série de procedimentos odontológicos em vão. Segundo Sílvia, há diferença entre uma dor de dente causada por infecções e uma dor fantasma. “A dor de dente padrão pulsa, enquanto a fantasma é uma dor neuropática (causada por lesão ou disfunção do sistema nervoso), constante e que costuma queimar”, diz.

Para evitar a frustração de os tratamentos não acabarem com a dor, o ideal é fazer uma avaliação com um profissional, já que a dor fantasma ocorre até com quem tem a saúde bucal impecável.

Cuidados além dos remédios
Uma vez diagnosticada, essa dor é tratada com medicamentos próprios para a dor neuropática que podem ser ingeridos ou aplicados no local. Porém, é importante que o tratamento vá além dos remédios, pois é um quadro considerado crônico (dor que dura mais de três meses). “É preciso entender e dar apoio para quem sofre desse mal. Lidar com uma dor crônica não é fácil”, afirma a especialista.

Um diagnóstico diferenciado deve levar em conta a presença de distúrbios emocionais como ansiedade e depressão. A ajuda de outros profissionais como psicólogos também pode ajudar no entendimento e tratamento da dor.

Agência Beta
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