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Montes Claros – Projeto do Instituto Gil Nogueira estimula leitores mirins em Montes Claros

“Um país se faz com homens e livros.” Monteiro Lobato 

A frase escolhida para incentivar alunos do ensino fundamental de escolas públicas à leitura não poderia ser outra. Afinal, ler ainda é a forma mais eficiente de “viajar” por lugares nunca visitados sem sair do lugar, além de formar cidadãos aptos a buscar uma vida melhor e com menos desigualdade social.

Guilherme Carvalho (Petrobras) e Aléssia Nogueira (IGN) com professores e alunos da E.E. Irmã Beata
Guilherme Carvalho (Petrobras) e Aléssia Nogueira (IGN) com professores e alunos da E.E. Irmã Beata

Com o objetivo de despertar na criança o gosto pela leitura, o Instituto Gil Nogueira, uma ONG qualificada junto ao Ministério da Cultura como OSCIP – Organização da Sociedade Civil de interesse público, foi fundada em Belo Horizonte/MG em 2006, iniciando o projeto “Ler é Viver” logo no início de 2007. A ideia ganhou força e agora está também em Ouro Preto/Congonhas e Montes Claros.

O projeto, que é semestral, acontece graças a empresas que abraçam a causa e viabilizam sua execução. Em Montes Claros o “Ler é Viver”, é patrocinado atualmente pela Petrobras e atende quatro escolas –  Escola Estadual Belvinda Ribeiro; Escola Estadual Esteves Rodrigues; Escola Estadual Quita Pereira e a Escola Estadual Irmã Beata, que premiou nesta semana os alunos que leram o maior número de livros.

Segundo a coordenadora geral do projeto, Tânia Lima, já foram envolvidos 5.300 alunos em 16 escolas de Belo Horizonte, 750 em seis escolas de Ouro Preto/Congonhas e 1539 alunos nas quatro escolas citadas em Montes Claros – os livros, doados por editoras são lidos por ela e selecionados de acordo com a idade e com temas que reforcem a valorização e o respeito pela natureza e demais valores que ajudam a construir um cidadão mais consciente, sem no entanto, abordar assuntos que sejam dificultadores para as famílias.

Uma caixa com 50 livros fichados é entregue para cada sala de aula do primeiro ao quinto ano nas escolas participantes e com o monitoramento do professor, o aluno lê e reconta a história do livro escolhido. Ao final do semestre, quem consegue ler de 39 a 50 livros, recebe medalha ouro, 25 a 38 ganham medalha prata e bronze para quem conclui de 08 a 24 livros.

Para a diretora da Escola Estadual Irmã Beata, Ione Alves, a adesão foi fantástica, pois incentiva também aos professores, que encontram mais motivação para trabalhar a leitura com as crianças.

Representando a Petrobrás, o Guilherme Carvalho lembra que leitura é sempre um desafio, especialmente o resgate ao manuseio do livro; Carvalho lembra ainda que faz parte da política da empresa o fomento à cultura, leitura e formação de nova plateia, motivo pelo qual estão sempre envolvidos em algum projeto que envolva a participação da comunidade. Uma das fundadoras do Instituto Gil Nogueira, Aléssia Nogueira, diz que graças a Lei de incentivo, o projeto Ler é Viver pode agora ampliar também para o interior, “a ideia é entrar nas escolas e não sair mais, afinal, como dizia meu pai (Gil Nogueira, que dá nome ao Instituto), conhecimento é a única coisa que não se tira de ninguém”.

Serviço:

Para saber mais sobre o Projeto Ler é Viver, escolas participantes e sobre o Instituto Gil Nogueira, acesse http://ign.org.br/

  [email protected]

(31) 3324 6008

Agência Mosaico

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