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Coluna – O Príncipe no Brasil

Haja coração, por pouco a Seleção Brasileira não se despede da copa antes das quartas. Foi uma taquicardia atrás da outra, até que a bola do Chileno bateu na trave e nos deu a vitória, não sei antes Hulk mostrar que pênaltis e ele não falam a mesma língua.  Júlio Cesar o goleiro contestado mostrou que ás vezes é preciso dar mais uma, duas, três, quatro, cinco, dez, até cinquenta chances para uma pessoa que uma hora ela agarra e mostra que tem valor. Nesse caso então, que se dê uma nova chance para Felipe Melo (alguém polemizou assistindo o jogo no Posto de Gasolina), claro ele estava no “Titanic de Dunga” e mostrou que consegue jogar capoeira e futebol numa interdisciplinaridade única, que Deus dê vida longa ao camisa cinco, bem longe da Seleção, esta frase é de alguém que disse não sei aonde. Quem está mordido de raiva é o atacante da Seleção Uruguaia Luizito Soares que disse estar sendo vitima de bullyng na internet, e até fora dela. Em um Bar do Rio de Janeiro antes de ir embora o jogador havia pedido uma cerveja e alguns petiscos para degustar com uma garota Italiana que estava pouco se lixando para futebol, viera a trabalho ao Brasil, loura, alta, bustos médio e lábios de Cicciolina, cobrando em média dois mil reais para acompanha-lo por duas horas. Neste bar a cerveja não fora aberta e ao reclamar o craque da camisa nove ouvira que abrisse pessoalmente com suas presas, por azar dos diabos, o dono do lugar também era Italiano. É tão interessante ver como as pessoas se tornam patriotas nesta época de Mundial que é raro um bêbado que não entoe o hino nacional depois de meia garrafa da branca, alguns choram com a mão no peito e dizem que amam o País. E tendenciosamente seguem um jogador, em vestimentas e cortes de cabelos, quem não se lembra de dois mil e dois, quando Ronaldo raspou a cabeça e deixou aquela ilha de cabelos acima da testa, tal paparazzi conseguiu umas fotos na noite anterior a final do Brasil com a Alemanha, na mesma madrugada uma quantidade imensurável de pessoas fizeram o corte. Alguns conseguiram salões abertos nas boemias das capitais, outros inventaram eles mesmos os cortes toscos e lá estavam com suas cabeças de periquito pelado, como dissera minha mãe, a onda cresceu quando o jogo terminou e o Brasil sagrou-se campeão e o inventor da moda como artilheiro, tiveram pais fanáticos que por falta de filhos do sexo masculino, rasparam as cabecinhas das filhas. Meu pai conta que na sua época os rapazes andavam com as pernas cambotas imitando Garrincha, o craque do Botafogo que fazia assistências para o Pelé era tão imitado que na roça algumas mães passavam o final da gravidez olhando para ele nos retratos, na pura intenção do filho nascer com a deformidade. Uma daquelas não tivera sorte, de tanto olhar o filho nascera com as pernas tortas, mas excessivamente tortas que nem andar conseguia. Na Argentina Diego Maradona conseguiu fazer escola, craques como Messi, Di Maria e Aguero, são seguidores do seu futebol, em compensação incontáveis carreiras de cocaína foram aspiradas por jovens “Barras-bravas” quando ficaram sabendo que o camisa dez, juntamente com Goecochea, Cannigia e companhia só jogavam entalados no pó. Em Dois mil e quatorze a sensação é a mutação Neymar, cabelos arrepiados e coloridos, cuecas estampadas, óculos de grau sem ter problemas nas vistas e chuteiras douradas. São milhões de Neymares pelo Brasil a fora com suas excentricidades e alegria, já que o garoto da Vila Barcelona tem uma simpatia de agregar multidões. E o Principe Harry estivera em nossas terras arrancando suspiros da mulherada, até alguns machões que se dizem bem orientados em suas sexualidades andaram dizendo que se fossem gays e o príncipe quisesse poderiam trocar umas caricias. Em Belo Horizonte um repórter recebeu um bilhete de uma garota para entregar ao príncipe, para ter certeza que se tratava de algo sem restrições para o neto da Rainha, abriu para ler e pasme, o bilhete dizia o seguinte “Seu Príncipe, tenho muito prazer em conhecê-lo e gostaria de fazer amor com o senhor. Se eu engravidar juro que não vou pedir pensão. Sou esta de blusa branca com um patinho dourado no peito, aqui perto da grade”. Beijos.

Por Adilson Cardoso

Adilson Cardoso
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