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MG – Jovem encontrada morta em canavial pode ter sido vítima de sequestro em Uberaba

A mulher encontrada morta em um canavial após ficar três dias desaparecida, em Uberaba, no Triângulo Mineiro, pode ter sido vítima de sequestro, conforme informou a Polícia Civil (PC), nesta segunda-feira (21). Segundo a PC, Jaquelaine Arruda Mamede, de 30 anos, era estudante do primeiro ano de Jornalismo e foi assassinada com um tiro na cabeça. 
 
Jaquelaine ficou três dias desaparecida e foi encontrada morta em canavial no domingo (20)
Jaquelaine ficou três dias desaparecida e foi encontrada morta em canavial no domingo (20)

A Polícia Civil (PC) informou que o carro da vítima foi encontrado na última quinta-feira (17), no bairro Antônia Cândido. Dentro do veículo, haviam documentos e objetos pessoais da jovem. Somente na sexta-feira (18), os familiares acionaram a polícia para informar sobre o desaparecimento da estudante. Nesse domingo (20), a Polícia Militar (PM) foi chamada por alguns cortadores de cana, pois haviam encontrado o corpo de uma mulher com as mesmas características de Jaquelaine no canavial próximo a uma usina na região rural do município. 

 
Os delegados João Francisco e Ciro Outeiro, responsáveis pelas investigações do caso, foram até o canavial e constataram que se tratava da estudante, o que foi confirmado por familiares que fizeram o reconhecimento. O corpo de Jaquelaine foi encontrado com sinais de violência e queimaduras, possivelmente, resultado de um incêndio. A polícia, porém, ainda não sabe se o fogo foi provocado pelo autor do homicídio. A necropsia feita na vítima concluiu que ela foi morta com um tiro na cabeça, sendo que a bala ficou alojada no crânio. 
 
Segundo a PC, foi quebrado o sigilo telefônico dos números de Jaquelaine, o que pode ajudar a desvendar o mistério que ronda a sua morte. Por enquanto, apenas familiares, amigos e o ex-namorado da estudante foram ouvidos, mas a polícia investiga se outras pessoas faziam parte do convívio da jovem, que pode ter sido também garota de programa. “O caso é complicado porque, aparentemente, ela levava uma vida paralela e tinha uma rede considerável de pessoas com quem mantinha contato. Todas essas pessoas podem ser suspeitas hoje, mas não temos informações conclusivas”, afirmou o delegado João Francisco, da 2ª Delegacia de Uberaba.
 
O delegado informou ainda que um inquérito foi instaurado para investigar o caso. Além de sequestro, João Francisco afirmou que a polícia trabalha com outras hipóteses não reveladas para não atrapalhar as investigações. “Podemos chegar a algumas conclusões após o resultado dos laudos das perícias feitas no carro, no corpo e no local onde foi encontrada a jovem”, disse. 

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