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Google já apagou cerca de 100 mil links pelo ‘direito de ser esquecido’

O Google recebeu pedidos de remoção de páginas da web de seus resultados de buscas feitas na Europa de cerca de 91 mil pessoas, que solicitaram a eliminação de 328 mil links, dos quais cerca de 100 mil foram apagados, segundo uma reportagem do “Wall Street Journal” publicada nesta sexta-feira (25).

A empresa americana teria removido "pouco mais de 50%" do total de pedidos recebidos, de acordo com reportagem do "Wall Street Journal"
A empresa americana teria removido “pouco mais de 50%” do total de pedidos recebidos, de acordo com reportagem do “Wall Street Journal”

O jornal diz ter ouvido uma pessoa “familiarizada com o assunto”, que afirma que “dezenas de milhares, e possivelmente mais de 100 mil” pedidos do “direito de ser esquecido” determinado em maio pela União Europeia foram atendidos.

A empresa americana teria removido “pouco mais de 50%” do total de pedidos recebidos, segundo a fonte da publicação.

Empresas como o a Microsoft e o Yahoo!, que também têm de tomar ações para cumprir o direito dos cidadãos do bloco, observam “proximamente” o que vem fazendo o Google para aplicar em suas ferramentas de busca procedimentos semelhantes, diz o “WSJ”.

As informações foram passadas pela empresa durante um encontro nesta quinta (24) com autoridades reguladoras europeias, segundo a fonte do jornal, que disse que cerca de 30% dos pedidos foram rejeitados, e que para outros 15% o Google solicitou mais informações para os solicitantes.

Implementado em maio, o “direito de ser esquecido” europeu é tido como uma medida potencialmente danosa ao discurso livre. Ronaldo Lemos, colunista da Folha de S.Paulo, diz que, sob esse prisma (da liberdade de expressão), a determinação “é mais veneno do que remédio”.

Folhapress

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