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Norte de Minas – OPERAÇÃO CATOPÊ: Moradores da cidade de São Francisco interagem com rondonistas

De forma lúdica e divertida, acadêmicos da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) criaram o Hospital do Urso, na feira tradicional de sábado em São Francisco, Norte de Minas. O hospital de brinquedos é uma prática de interação entre os acadêmicos e as crianças que têm medo do ambiente hospitalar.

Norte de Minas - OPERAÇÃO CATOPÊ: Moradores da cidade de São Francisco interagem com rondonistas
Norte de Minas – OPERAÇÃO CATOPÊ: Moradores da cidade de São Francisco interagem com rondonistas

“Nós convidamos as crianças da cidade a trazerem seus brinquedos que serão examinados. Com isso, nós passamos informações sobre saúde para que elas percam o medo, como o de vacinar”, comenta a estudante de Gestão em Recursos Humanos, Jéssica Nazareno.

 Para a dona de casa Rosângela Gomes, 33 anos, a ação é uma boa iniciativa para a filha de dois anos, Maria Clara. “As crianças interagem e apreendem a respeitar as pessoas. É muito importante, porque elas aprendem desde cedo a não ter medo de hospital”, diz Rosângela.

Norte de Minas - OPERAÇÃO CATOPÊ: Moradores da cidade de São Francisco interagem com rondonistas
Norte de Minas – OPERAÇÃO CATOPÊ: Moradores da cidade de São Francisco interagem com rondonistas

Além dos serviços voltados para o público infantil, os moradores puderam aferir a pressão arterial, checar a glicose  e participar das oficinas de sabão a partir da reciclagem de óleo usado e de filtros a partir de garrafas pets. Outro destaque da ação, que atraiu o púbico da feira, foi a barraca das sensações. “O objetivo foi conscientizar as pessoas no que se refere ao uso de preservativo para que se protejam de uma gravidez indesejada e de doenças sexualmente transmissíveis”, explicou a professora da Universidade de Taubaté (Unitau), Eliana Fátima de Almeida Nascimento. Segundo a professora, o público jovem era  convidado a entrar em um labirinto, onde experimentava algumas sensações ligadas à sexualidade. “Mas o intuito é sempre promover  educação sexual, já que é alto o índice de adolescentes grávidas na faixa etária dos 14 anos no município, sem falar nos casos de câncer de colo de útero também nessa faixa etária”, afirmou a professora.

 O adolescente Luan Souza percorreu o labirinto e relatou sua experiência: “Foi uma sensação estranha, mas sei que é importante usar camisinha  para não pegarmos doenças”. 

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