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Repórter se demite ao vivo após defender maconha legalizada

Uma jornalista americana pediu demissão ao vivo neste domingo à noite após admitir que defende a legalização da maconha no Alasca e ter revelado ser a proprietária do Clube Alaska Cannabis, uma instituição que ajuda pacientes que precisam da droga para fins medicinais. As informações são do The Guardian.

Demissão foi realizada no ar após matéria sobre legalização da maconha
Demissão foi realizada no ar após matéria sobre legalização da maconha

Após a transmissão de uma matéria sobre os esforços realizados no estado para a descriminalização da droga, Charlo Greene disse que vai “dedicar toda a energia para a luta por liberdade e justiça que começa com a legalização da maconha aqui no Alasca”.

“E quanto a este trabalho, bem, eu não tenho escolha, mas, f***, eu me demito”, completou.

A âncora do jornal ficou chocada e pediu desculpas, em nome da emissora KTVA, pela linguagem inapropriada de Charlo Greene. O canal revelou que a jornalista foi demitida nesta segunda-feira. 

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Um comentário

  1. O que me deixa perplexo é o seguinte:
    1 – Todas as pessoas inteligentes da nação referem-se ao fato de o álcool ser uma droga legalizada para sustentar a necessidade de legalizar as demais drogas;
    2 – Ninguém (exceto os donos de agências de publicidade) discorda da proibição da propaganda de outra droga legalizada, que é o cigarro;
    3 – Mesmo assim, mesmo reconhecendo que o álcool é uma droga, não ouço vozes reclamando da propaganda de incentivo ao uso (na verdade a moda agora é incentivar o abuso, como se vê na TV) desta droga.
    As pessoas acabarão percebendo que existe algo de cínico no discurso da legalização das drogas sem qualquer menção à questão da propaganda de bebidas (claro que sei da lei 9294 e seus 13 gl, a provar que cerveja não é bebida, mas refresco).
    Quem será o primeiro a sair fora do cinismo?