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Vôlei – Beleza e tabu incômodo: 8 motivos para ver Mundial de Vôlei

Após a Polônia bater o Brasil e conquistar pela segunda vez o Mundial masculino de vôlei, chegou a vez das mulheres. Nesta terça-feira, a Itália recebe pela primeira vez a competição feminina, realizada desde 1952. A competição segue os mesmo moldes da disputa dos homens e promete muitas emoções até a decisão do torneio, em 12 de outubro.

Confira oito motivos para acompanhar o Mundial Feminino de Vôlei:

Em busca de título inédito

O Mundial é a única conquista que falta na galeria de troféus da Seleção Brasileira feminina. Disputado de quatro em quatro anos, desde 1952, o Brasil chegou perto de ficar com o ouro em três oportunidades, mas deixou escapar nas decisões de 1994, contra Cuba, e nas duas últimas edições, 2006 e 2010, ambas contra a Rússia, quando teve que se contentar com a medalha de prata. A Rússia lidera o quadro de vitórias, com sete títulos (cinco herdados da antiga URSS), enquanto Japão e Cuba tem três, a China tem dois e a Itália fecha o rol de campeões com uma conquista.

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+ Sede tradicional e torcida apaixonada

Acostumados com campeonatos nacionais de alto nível – tanto o feminino quanto o masculino são considerados as principais ligas da Europa e do mundo -, a Itália tem tudo para realizar um grande Mundial Feminino de Vôlei. A competição será dividida em seis sedes: Milão, Roma, Trieste, Verona, Modena e Bari, sendo que Milão tem o ginásio com maior capacidade (11.500 pessoas) e Bari a menor (4.540). Os torcedores devem comparecer em bom público e fazer uma grande festa durante o torneio.

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+ Beleza em quadra

Além da grande qualidade técnica dentro das quadras, outro aspecto prende a atenção dos fãs do vôlei feminino: a beleza das jogadoras. Algumas já são favoritas de longa data do público: Logan Tom (EUA), Piccinini (ITA), Laura Dijkema (HOL), Jaqueline (BRA), Camila Brait (BRA), Manon Flier (HOL) e Destinee Hooker (EUA).

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+ Rivalidade com a Rússia

Se a Seleção Brasileira ainda não conquistou o Mundial de Vôlei Feminino, muito dessa marca negativa pode ser creditada à seleção russa. Maior campeã da competição, com sete títulos (cinco herdados da antiga URSS), a Rússia foi a grande algoz do Brasil nas últimas duas edições. Tanto em 2006 quanto em 2010, a seleção comandada por José Roberto Guimarães chegou invicta até a decisão, mas perdeu ambas finais por 3 sets a 2 para a equipe russa. Apesar de estarem em grupos diferentes na primeira fase, é bem provável que as seleções voltem a se encontrar na parte final do torneio.

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+ Ótimo momento brasileiro

A Seleção Brasileira feminina de vôlei vive seu melhor momento nas mãos de José Roberto Guimarães. Após ver os Estados Unidos engatarem uma sequência de três conquistas do Grand Prix e ameaçarem a hegemonia tupiniquim, o Brasil conseguiu duas conquistas seguidas, batendo China e Japão, em 2013 e 2014, respectivamente. Mas os grandes feitos dessa geração são os dois ouros olímpicos, conquistados em 2008 e 2012. Os títulos dão moral para que as brasileiras cheguem com amplo favoritismo no Mundial.

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+ Base campeã olímpica

José Roberto Guimarães aposta no entrosamento da Seleção bicampeã olímpica para, enfim, conquistar o Mundial de Vôlei. Entre as 14 jogadoras convocadas para a competição, nove estavam na última final, em Londres. São elas: Dani Lins, Adenízia, Thaísa, Fabiana, Sheilla, Tandara, Fernanda Garay, Jaqueline e Natália. Fabíola e Camila Brait, na lista para o Mundial, não estiveram presentes na conquista, mas participaram do ciclo olímpico. Carol, Gabi e Léia são as “estreantes”.

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+ Retorno de Gamova

Grande algoz do Brasil na final do Mundial de 2010, Ekaterina Gamova anunciou seu retorno à seleção da Rússia para a nova edição do torneio. Afastada desde os Jogos Olímpicos de Londres 2012,a russa aceitou o chamado do treinador e voltará a vestir a camisa de seu país. Além de possuir uma qualidade técnica inegável dentro das quadras, Gamova também é lembrada por seu estilo provocador. Recentemente, o técnico Zé Roberto disse que a jogadora só aceitou voltar a defender a seleção após receber uma fortuna da federação russa. De forma educada, e irônica, a jogadora rebateu o treinador brasileiro, que acabou pedindo desculpas.

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+ Gigantes do Mundial

Qualidade técnica somada a uma grande estatura é a combinação perfeita para quem deseja seguir carreira profissional no vôlei. Entre as mulheres, é a chave para o sucesso. Como muitas das atletas não atingem nem 1,90 m de altura, qualquer medida acima disso se torna um grande diferencial. É o caso da italiana Valentina Diouf e da russa Ekaterina Gamova. Com 2,02 m elas são as mais altas da competição e têm tudo para brilhar no Mundial. Gamova dispensa apresentação.  Com 33 anos, a veterana oposto é uma das jogadoras mais habilidosas do mundo e já conquistou duas vezes o torneio. Já Valentina é mais nova, tem apenas 21, mas com um grande futuro pela frente. Jogando na mesma posição pela seleção da Itália, ela foi campeã europeia e mundial júnior, em 2010 e 2011, respectivamente, e é uma das esperanças da anfitriã.

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