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Coluna – Eu sou um ser político

Vivemos numa organização social e precisamos de uma estrutura para exercer nosso direito de ser diferente, de ser plural e ainda assim parte do todo. A política “trata da convivência entre diferentes”, pois implica na igualdade a ser alcançada através desse exercício de interesses, quase sempre conflitantes.

É a liberdade e não a justiça, que nos distingue. Precisamos das regras, das leis para sermos justos em nosso direito de ser quem somos e fazer o que queremos. Daí a necessidade do ser politico e defender as instituições, as organizaçõese as regras.

Precisamos da ordem para sermos livres . Tenho amigos diferentes de mim em gênero, número e qualidades. Respeito suas posturas pessoais e políticas, suas maneiras de entender o mundo e viver a vida.Em vésperas de eleição não vou contra suas opiniões e concepções políticas, mas tenho que levantar e bradar pela bandeira do “ordem e progresso”.

Não é só a bandeira de meu país, é a bandeira do meu povo, da minha família e do compromisso que tenho com meus netos. Ordem. Ordem. Ordem!

Antes do progresso, ordem. Antes do individual, o coletivo. Antes da lei, o exemplo!!!

Que rumo tomará um governo que não pratica isso? Que rumo ele nos guiará se nós damos a ele permissão para quebrar as regras, para destruir as instituições e implantar o caos? Que mensagem recebera um partido se tudo o que ele fez e permitiu que se fizesse receber o nosso aval? Nenhum escândalo o atingirá? Nenhum escândalo nos indignará de verdade?

Vamos dizer sim ou vamos dizer não?

Podemos permitir o mensalão? Podemos permitir que médicos sem credenciamento invadam o país? Podemos desviar dinheiro da Petrobrás e deixar o responsável ocupar a cadeira sem nenhum constrangimento? Podemos soltar presos condenados, favorecer países contra nossas próprias leis?Escândalo atrás de escândalo receberá o apoio do voto para a continuidade?

Ninguém se fará responsável por nada disso?

A hora do voto é a hora da consciência coletiva. Se elegermos governos corruptos seremos um pais de corruptos.

Roubam-nos a saúde, a educação, as estradas, o desenvolvimento, o direito de ir e vir.

Avançamos ? Acabou-se a miséria?

Avançamos rumo à violência, a desestrutura dos serviços públicos. Cadeias superlotadas e cercas sobre todas as casas são retratos dos reféns que somos de um governo que não educou ninguém, que não proveu condições para o sustento e para o crescimento de um povo que ele jurou servir. Não há paz nas ruas, nas casas, nas escolas. Não há confiança, segurança… Futuro?

Mais que ladrões, existem hoje os grandes traidores de uma nação confiante que entregou a eles os seus direitos mais primais.

Não falemos de partidos, mas da consciência coletiva de que se pode roubar que ninguém liga. Pode-se enganar e continuar enganando. Chamar de ladrão? É elogio! Ninguém que incomoda com manchetes assim.

Peço a todos consciência. Políticos corruptos têm em todos os partidos. Mas dizer não, só nos podemos dizer ao que foi testado e provado.

Lembrem-se – a pátria é uma mãe. Escutem o grito de um Brasil que anseia por lideres realmente capazes de servir a todos, de construir uma nação que zele por seus filhos.

Ordem e progresso. Mas antes de tudo, ordem!!!

Votem em um Brasil livre e justo, que seja capaz de cuidar de suas instituições, de suas famílias, de nosso futuro. Votem pela educação dos jovens, pelo trabalho digno, pela saúde acessível. Elejam a honra, a lei e a ordem, para que sejamos realmente uma nação.

Por Júnia Rebello – Publicitária

Junia Rebello
Junia Rebello
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