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MG – Hospital em Viçosa é lacrado com caso suspeito de ebola

O Hospital Municipal São Sebastião, em Viçosa, na região Central de Minas Gerais, foi isolado, no início da noite desta segunda-feira (27), após a constatação de que um paciente está com suspeita de ebola. O jovem é um estudante da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e apresentava febre alta. A Secretária de de Estado de Saúde (SES) descartou a doença.
Hospital São Sebastião, em Viçosa, registra caso suspeito de Ebola
Hospital São Sebastião, em Viçosa, registra caso suspeito de Ebola

De acordo com uma enfermeira da unidade de saúde, o paciente passou um período nos Estados Unidos, onde teve contato com um homem de origem africana, um senegalês. O hospital foi lacrado para evitar eventual propagação do vírus, que já matou mais de 4.900 pessoas no mundo, principalmente na Libéria (África). Todos os atendimentos foram suspensos, inclusive de emergência. Quem está na unidade não pode sair.

Apesar da confirmação  do isolamento pelo hospital, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que a Vigilância Sanitária de Minas estava ciente da situação, mas descartou a possibilidade de contágio por ebola. A Pasta confirmou que o paciente chegou a ficar em observação e isolado. O nome e a idade do paciente não foram informados. Ele teria participado de um congresso em Nova Iorque (EUA) e lá, teria tido contato com senegaleses em um hostel.
Este é o primeiro caso suspeito da doença em Minas Gerais. Na semana passada, um hospital em Brasília (DF) também chegou a ser interditado devido o alerta para o ebola, mas a enfermidade foi descartada. A mesma situação se repetiu em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no Paraná, em 16 de outubro. Um outro alerta também foi registrado no Rio de Janeiro, com um guineano, mas também não confirmado.
Plano de Contigência
O protocolo mineiro para enfrentar a ameaça do vírus ebola foi apresentado em 14 de agosto, após reunião do Comitê Estadual de Emergência em Saúde, formado por representantes do Ministério da Saúde, governo do Estado e municípios, além de instituições privadas do setor.
O plano de contingência em Minas Gerais prevê a vigilância da entrada no país de pessoas com febre procedentes da Guiné, Serra Leoa, Libéria e Nigéria. Além disso, se o caso ocorrer em Belo Horizonte, a orientação é notificar imediatamente o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs-BH).
Em outros municípios, deve ser notificado o Cievs-Minas. O paciente será transferido para o Hospital Eduardo de Menezes, referência no tratamento de doenças infectocontagiosas.
Na região metropolitana, o transporte do paciente ficará a cargo do Samu. Nas demais cidades, o transporte aéreo será feito pelo Corpo de Bombeiros. A logística de transferência e internação será operada pelo Cievs.
Devido ao risco de contaminação, o profissional de saúde deve utilizar os equipamentos de proteção individual (EPI).
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