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Norte de Minas – Ruralminas agiliza inventário florestal no Jaíba e gera economia de R$ 2 milhões


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On 14 de novembro de 2014
Last modified:15 de dezembro de 2014

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Norte de Minas - Ruralminas agiliza inventário florestal no Jaíba e gera economia de R$ 2 milhões

A Ruralminas, em parceria com a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), entregou às autoridades ambientais o inventário florestal realizado na região do Jaíba, no Norte de Minas. O inventário foi realizado entre os meses de abril e setembro deste ano e gerou uma economia de tempo e recursos financeiros.  Caso fosse contratada uma empresa para realizar o trabalho, haveria um custo estimado em R$ 2 milhões e um prazo de execução de dois anos.

Norte de Minas - Ruralminas agiliza inventário florestal no Jaíba e gera economia de R$ 2 milhões
Norte de Minas – Ruralminas agiliza inventário florestal no Jaíba e gera economia de R$ 2 milhões

O inventário florestal é um levantamento para obter informações sobre as características quantitativas e qualitativas da floresta do Jaíba. Foram realizados os cadastramentos da vegetação existente na área onde será realizada a supressão vegetal.

Esse trabalho, por exigência legal, teve uma grande abrangência, fato que levou a realização de um levantamento fitossociológico (evolução da vegetação), que além de mensurar o volume, também trata da composição florística e a evolução de determinada vegetação ou bioma. Cerca de cinco mil hectares foram analisados e mais de 30 profissionais foram envolvidos diretamente através da Ruralminas, CODEVASF, Prefeitura de Jaíba, Distritos de Irrigação – DIJ I e DIJ II, empresa SADA, Emater-MG e  IEF (Instituto Estadual de Florestas). Outros colaboradores também contribuíram indiretamente.

O engenheiro florestal da Ruralminas, Antônio Soares, explica que em 2006 foi criada a Lei nº 11.428, regulamentada, em 2008, pelo Decreto 6660, que dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do bioma Mata Atlântica. Mas de forma equivocada, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) qualificou a Floresta do Jaíba, que é uma Mata Caducifólia, na região do semiárido, como Mata Atlântica. Dessa forma, essa legislação impede que se realize a supressão vegetal na área e se faz necessário o inventário florestal. “Como o semiárido abrange grande parte do nordeste do Brasil esta lei esta trazendo um transtorno muito maior que se pode prever, confunde e gera duvidas”, afirma.

O inventário florestal da área irrigada do Projeto Jaíba, após aprovação da Supram (Superintendência Regional de Regularização Ambiental) irá pedir ao Ibama uma anuência para utilização da área.

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