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Brasil – Polícia Federal pede prorrogação de prisão de 6 investigados na Lava Jato

A Polícia Federal pediu nesta terça-feira a prorrogação da prisão temporária de seis investigados pela Operação Lava Jato, que apura denúncias de crimes cometidos por funcionários de empreiteiras que tinham contratos com a Petrobras. Entre os nomes, está o do ex-diretor de Serviços da estatal, Renato Duque.

O empresário Ricardo Pessôa, da UCT
O empresário Ricardo Pessôa, da UCT

O pedido foi encaminhado pela PF ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Lava Jato, que decidirá se aceita ou não a prorrogação das prisões. Além de Duque, poderão continuar presos os presidentes da OAS e da UTC, José Aldemário Pinheiro Filho e Ricardo Ribeiro Pessoa, respectivamente; Mateus Coutinho de Sá Oliveira, vice-presidente do Conselho de Administração da OAS; Alexandre Portela Barbosa, advogado da OAS; e Walmir Pinheiro Santana, diretor financeiro da UTC Participações.

Esses seis executivos estão presos na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, sob o regime de prisão temporária, que tem duração de cinco dias. Como as detenções ocorreram na sexta-feira, o prazo das prisões temporárias acaba à meia-noite desta terça.

Pedidos de liberdade

Outros nove investigados que foram detidos de forma temporária poderão ser libertados ainda hoje. O pedido de soltura enviado pela PF à Justiça – e que aguarda decisão do magistrado – beneficia os presos Ednaldo Alves da Silva, funcionário da UTC; Carlos Eduardo Strauch Albero e Newton Prado Junior, diretores técnicos da Engevix; Otto Garrido Sparenberg, diretor de operações da Iesa; Jayme Alves de Oliveira Filho, ligado às empresas de Alberto Youssef; Valdir Lima Carreiro, diretor-presidente da Iesa; Othon Zanoide de Morais Filho, diretor de uma empresa da Queiroz Galvão; Ildefonso Colares Junior, diretor da Queiroz Galvão até 2012; e Carlos Alberto da Costa e Silva, advogado que atua para empreiteiras.

Do total de 23 presos na sede da PF em Curitiba, há, ainda, dois detidos sob regime de prisão temporária que só deram entrada no sábado – ainda dentro do prazo, portanto – e outros seis executivos detidos sob regime de prisão preventiva (30 dias, que podem ser prorrogados por mais 30 dias).

escandalospetrobras (jornalmontesclaros)

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