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Maior projeto cultural itinerante do Brasil chega a Montes Claros

O “Eu Faço Cultura”, maior projeto cultural itinerante do Brasil, chega a Montes Claro no dia 6 de dezembro, sábado. Será realizado na Rua Santinha Tolentino, no Bairro Edgar Pereira, próximo à quadra poliesportiva, das 9h às 19h30. O EFC oferece oficinas de percussão, circo, artes plásticas, dança e fotografia, além de apresentações de teatro e música e cinema a céu aberto. A programação especial conta com muita diversão, atividades e vivências enriquecedoras, com entrada gratuita.

Quarteto Baru
Quarteto Baru

A nossa expectativa é de que as crianças e suas famílias tenham a oportunidade de conhecer as oficinas e também de levar uma opção de entretenimento para locais pouco convencionais para esse tipo de ação, conta o diretor de Cultura da Fenae, Moacir Carneiro.

Haverá entrega de certificados de participação e apostilas em todas as tendas onde serão realizadas as oficinas.

Pula-pula, algodão doce e espaço para brincadeiras também vão garantir a diversão da garotada. No palco, muita música. Quem se apresenta são as bandas Quarteto Baru e Choro de Confraria. Já os espetáculos culturais ficarão por conta da Companhia Circo Rebote, com a peça “Inka Clow”, e a Companhia Olho de Gato, com o espetáculo “Dona Baratinha Não Quis Casar”. Uma festa para toda a família. Enquanto os pequenos se divertem, shows de música instrumental entretêm os adultos.

O Eu Faço Cultura é o resultado concreto da mobilização do Movimento Cultural do Pessoal da Caixa (MCPC), uma iniciativa da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) e das Apcefs. No Brasil, é o maior projeto cultural financiado com recursos do IR de pessoa física. A Lei Rouanet prevê a destinação espontânea de até 6% do Imposto de Renda devido para projetos culturais. Essa é a base de funcionamento do MCPC, que já engajou cerca de 30 mil dos 100 mil empregados da Caixa. É com esses recursos do IR, mais o patrocínio da Caixa Seguros, que o Eu Faço Cultura é realizado.

Por levar disciplinas culturais a milhares de cidadãos brasileiros, contribuindo para a cidadania e o desenvolvimento pessoal dos participantes, o EFC é importantíssimo, destaca Moacir Carneiro. Esse novo modelo beneficia ainda mais comunidades com fragilidades sociais. “Já passamos por onze cidades esse ano, e a receptividade e a participação das pessoas têm sido excepcionais, explica. Ele acrescenta: São as doações dos empregados da Caixa que levam esse projeto cada vez mais longe e que o fazem cada vez mais bonito.

Confraria do Choro

Dentre as atrações musicais está a Confraria de Choro, que sobe ao placo às 10h. O grupo norte-mineiro, da cidade de Montes Claros, é formado basicamente por professores do Conservatório Estadual de Música Lorenzo Fernândez e tem mais de dez anos de existência. Nesse tempo, os músicos vêm se dedicando a vários gêneros musicais, como choro, samba e bossa-nova. A Confraria lançou o seu primeiro disco intitulado “1º choro” em 2008 com influência que o grupo carrega dos grandes mestres do choro brasileiro como Pixinguinha, Waldir Azevedo, Ernesto Nazareth, Zequinha de Abreu, Raul de Barros, além dos grupos regionais de congado.

Às 11h30, começa a apresentação teatral do grupo local Companhia Olho de Gato, com o espetáculo “Dona Baratinha Não Quis Casar”. A peça apresentada numa estética simples e cheia de musicalidade mostra uma nova versão da conhecida história infantil D. Baratinha. A peça apresenta a procura da personagem principal por um par perfeito e nesta trama descobre que não existe perfeição e que a felicidade não se conquista somente com casamento.

Às 16h, quem se apresenta é o Quarteto Baru, composto pelos instrumentistas brasileiros Nelson Latif, Bosco Oliveira, Sidney Sheikor e Timóteo Ribeiro, que se apresentam nos principais palcos brasileiros e do exterior. O grupo celebra o encontro de quatro músicos que dedicaram toda a carreira à música instrumental brasileira. Neste ano, eles preparam o lançamento de seu primeiro DVD, que celebrará o aniversário de dez anos do grupo.

No final da tarde, às 17h, é a vez da Companhia Circo Rebote, que apresenta o espetáculo “Inka Clown”, um palhaço vindo dos Andes, as terras mais altas da América. A peça é cheia de truques, acrobacias, danças, equilibrismos e malabarismos que vão entusiasmar o público. A participação especial fica por conta da Lhaminha Acrobática que faz várias peripécias. É diversão garantida.

Haverá oficinas de circo, percussão, artes plásticas, dança, fotografia e rua brincante.

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