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8 Lições de vida que o intercâmbio vai te ensinar em 2015

Viajar te faz sair do seu dia a dia natural e ver um monte de coisas as quais você não está habituado. Isso te coloca numa nova e interessante perspectiva. É inspirador conhecer um lugar novo, gente nova, uma língua ou sotaque diferente do seu. Viajar é, acima de tudo, aprender muito sobre gente, alma e cultura. Que em um intercâmbio você aprende outro idioma e aprimora sua capacidade de adaptação você já sabia, certo? O que você talvez não tinha pensado é que um intercâmbio também traz otras cositas más. Se depender de mim, você não terá mais desculpas para não viajar em 2015 – e tenho 8 bons motivos para isso. Vamos a eles:

8 Lições de vida que o intercâmbio vai te ensinar em 2015
8 Lições de vida que o intercâmbio vai te ensinar em 2015

1. Existem sempre dois caminhos

As escolhas que a gente faz oferecem sempre duas alternativas pra um mesmo objetivo, uma mais difícil e outra mais fácil. Tempo e dificuldade são paramêtros variáveis, que podem ou não depender um do outro. A sua adaptação no exterior vai variar de acordo com o quanto você está disposto a se esforçar pra que as coisas aconteçam. O mesmo vale para tudo na vida!

2. Perfeccionismo nem sempre é bom

Quando você “se joga” para aprender outro idioma, alguns perfeccionismos exacerbados podem ser nocivos. Explico: tem gente que só fala se tiver certeza. Estamos no Intercâmbio para aprender, então erros vão acontecer. Se você for esperar até estar pronto, vai acabar perdendo muitas oportunidades, pois a gente nunca está pronto. Ser perfeccionista é bom quando a gente tenta, testa, vai ajustando, vai aperfeiçoando. Só vale quando é assim, caso contrário, vai com tudo pois é errando que se aprende!

3. Ficar sozinho é uma benção e uma maldição

Você pode aprender muito a se autoconhecer no Intercâmbio e isso pode te dar uma felicidade danada ou também uma temporária deprê. Seja forte, pois se conhecer mais a fundo nem sempre é fácil. Mas vai por mim, vale a pena! Intercâmbio é libertar-se mesmo. Com os lados bons e ruins, ótimos e péssimos. E sabe de uma coisa? Por mais sozinho no mundo que você se sinta, você sempre vai ter uma mãozinha. Tem gente que gosta de você de graça, que se preocupa, que pergunta como vai o seu dia com verdadeiro interesse. Essas pessoas são descobertas ao poucos na vida, mesmo que você deixe sua vida no Brasil e vá morar no Japão a partir do zero.

4. Seu smartphone não pode ser seu melhor companheiro.

Ok, sabemos das milhões de vantagens de poder falar a qualquer hora com o Brasil e estar conectado a tudo e a todos, mas, vá por mim, aquela foto pro Instagram pode esperar, todo mundo já sabe que você gosta de comida japonesa. Aproveite a experiência para ter um tempo seu de interagir com pessoas na “vida real”. Por isso, sempre que possível, procure desligar o celular e focar no lugar onde você está, no movimento das pessoas, no céu, nas particularidades culturais locais. Já olhou as cores, as lojas novas, as intervenções artísticas, as janelas dos prédios e até mesmo o estilo das pessoas que te cercam? Vai te fazer um bem danado perceber as coisas bonitas (ou a enxergar beleza nas coisas cinzas) que cercam seu dia. Acredite, você vai sentir falta disso quando voltar para o Brasil!

5. Andar mais a pé é o máximo!

Aqui no Brasil, se você está acostumado a andar muito de carro, vai descobrir um novo prazer se for morar na Europa: andar a pé! Sempre que pude estar em um país de primeiro mundo, onde segurança e boa sinalização andam juntos, pude conhecer muito melhor mais do lugar e que me renderam ótimas surpresas, como descobrir um café escondido numa ruela ou uma loja nova de produtos que você nunca viu!

6. No Intercâmbio, ou você engorda, ou emagrece muito.

No Intercâmbio a alimentação depende muito de você. É mais fácil comer fastfood, mas não necessariamente mais saudável e, com o tempo a balança vai lhe mostrar o preço das suas escapulidas. Isto, é claro, se aquele seu jeans preferido não lhe mostrar antes, ficando apertado demais o frouxo demais.

7. Sentimentos devem ser compartilhados

Neste caso, tanto para quem ficou no Brasil quanto para quem está viajando, acabamos ficando mais emotivos. Não precisa ser só “eu te amo”, mas as coisas boas e ruins devem ser expressadas sempre que possível. Se você admira alguém, diga. Sabe aquelas paixões ou amizades sazonais que batem na porta e te deixam mais leve? Tem gente que costuma evitar por medo, tem gente que se joga de cabeça. Eu aprendi que essas relações passageiras são o nosso meio termo e ensinam pra caramba sobre a gente, sobre a nossa vida, sobre os outros.

8. Lar é onde você deixar o seu coração

Meus pais são meu lar. Meus melhores amigos daqui são meu lar. O coração, por mais que fique dentro da gente, tá sempre lá fora passando pelas pessoas e pelos lugares que a gente ama. Você vai poder chamar qualquer lugar de lar se seu coração pertencer a ele. E isso serve para as pessoas também.

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