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Empreender em Foco – Operador de telemarketing vira dono de 3 escolas de inglês

Aos 16 anos, o paulista Robson Costa já vendia picolés e catava papelão para engordar a mesada de R$ 10. Mais tarde, ao terminar o ensino médio, começou a trabalhar como operador de telemarketing, mas nunca abandonou o espírito empreendedor. Com muito esforço, foi subindo na carreira e hoje é dono de três unidades da rede de escolas de inglês Minds Idiomas.

Robson Costa começou na área de telemarketing de uma unidade da Minds Idiomas em Santos e hoje é dono de três franquias da rede
Robson Costa começou na área de telemarketing de uma unidade da Minds Idiomas em Santos e hoje é dono de três franquias da rede

Filho de um vendedor e de uma costureira, Robson conta que na não faltava nada em casa, mas sua infância foi bastante humilde. “Chegava o fim de semana e eu queria dar uma volta, mas não tinha dinheiro, então arrumei um jeito de ganhar minha renda extra enquanto ainda estudava”, diz.

Aos 18 anos, quando completou o ensino médio, ele conseguiu seu primeiro emprego, como operador de telemarketing em uma escola de inglês em São José do Rio Preto, no interior paulista. Pouco depois, no entanto, o negócio fechou, mas os donos gostaram tanto de seu trabalho que o indicaram para outra unidade, em Campinas. Ele não pensou duas vezes e se mudou, indo morar em uma república.

Como a escola tinha um bom plano de carreira, ele logo chegou à posição de gerente. Porém, um convite para trabalhar em uma escola da Minds Idiomas em Santos o fez largar tudo mais uma vez e recomeçar a vida em outra cidade.

De empregado a patrão
Robson passou a trabalhar como vendedor na área de telemarketing da unidade da Minds Idioma em Santos, tentando captar novos alunos para a escola. “Eles sempre colocavam premiações diferenciadas para o melhor vendedor do ano, então resolvi fugir do padrão. Eu chegava às 8h e depois que o turno acabava eu pedia para ficar até as 22h, quando a escola fechava. Na sequência, chegava em casa e ficava até de madrugada mandando e-mails com ideias para aplicar na empresa”, lembra.

Tamanha dedicação fez com que ele fosse considerado o funcionário do ano da rede, com uma boa diferença de vendas em relação ao segundo colocado. Como prêmio, Robson ganhou um carro no valor de R$ 40 mil. No entanto, ele mal chegou a sentar ao volante. Vendeu o automóvel, juntou as economias que tinha e investiu para comprar sua própria unidade da rede.

“Eu via os donos da escola em Santos, como eles cresciam, e pensava em ter isso para mim também. Queria ficar com os lucros ao invés de trabalhar para dar dinheiro para outra pessoa. Então estudei bastante o mercado e abri uma unidade em São Bernardo do Campo, que era a maior cidade do ABC, tinha muitas indústrias em um grande PIB”, justifica.

Mesmo sem qualquer estudo formal ou experiência na área de administração, Robson se deu tão bem como empresário que, em menos de um ano, já tinha recuperado o dinheiro investido na compra da franquia (a rede promete um retorno em 18 meses). Ao final do segundo ano, ele já tinha recursos suficientes para abrir sua segunda unidade, desta vez em São Paulo, no bairro do Paraíso.

“Era um sonho antigo ter um empreendimento na capital paulista, mas o tamanho da cidade assusta um pouco. Porém, depois de ter sucesso em São Bernardo eu decidi fazer a tentativa. Hoje tenho uma terceira unidade, que funciona no bairro do Ipiranga”, acrescenta.

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