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MG – COPASA pedirá ao Instituto Mineiro de Gestão das Águas para declarar situação crítica de escassez de água em MG

A situação da falta de água em Minas Gerais irá exigir medidas drásticas da Copasa. A presidente da companhia, Sinara Meireles, informou na tarde desta quinta-feira (22), que pedirá ao Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), nesta sexta-feira (23), que declare situação crítica de escassez de recursos hídricos em todo o Estado.
MG - COPASA pedirá ao Instituto Mineiro de Gestão das Águas para declarar situação crítica de escassez de água em MG
MG – COPASA pedirá ao Instituto Mineiro de Gestão das Águas para declarar situação crítica de escassez de água em MG

Além disso, Sinara também adiantou que, se a situação das chuvas não melhorar, há possibilidade de racionamento em um prazo de três a quatro meses. Multas e tarifas para consumidores também não estão descartados.

O anúncio foi feito em uma coletiva de imprensa da Copasa para anunciar as medidas que deverão ser feitas para reduzir o desperdício de água. A presidente informou que ações, como rodízio de abastecimento, racionamento e multas, só poderão ser iniciadas após a declaração e aprovação da situação de emergência.
Sinara disse ainda que é preciso apoio da população. “Precisamos de um pacto para viver este período. A região metropolitana de BH é que nos preocupa, pelo número de pessoas, mas há outros municípios que têm ligação com a Copasa e também estão em situação crítica”, afirmou.
A meta da Copasa é reduzir, imediatamente, 30% da água consumida em todo o Estado, incluindo de residências, comércios e indústrias. Por isso, a partir da segunda-feira (26), uma campanha publicitária começará a ser veiculada nas 31 cidades com situação mais crítica em Minas.
Além disso, a Copasa passará a disponibilizar informações diárias do abastecimento na Grande BH no site, aumentar equipes em campo para atuar em vazamentos (uma das principais causas de perda de água), intensificar a contratação de caminhões pipa e perfuração de poços artesianos.
Outra medida serão as manobras de abastecimento. A captação do rio Paraopeba enviará cinco metros cúbicos por segundo para a estação do rio Manso para equilibrar o abastecimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Atualmente, os três reservatórios que atende a Grande BH estão em apenas 30% da capacidade. O Vargem das Flores está em 28% da capacidade, o rio Manso em 45% e o Serra Azul, o mais crítico, já opera com volume morto e está em só 5,7%.
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