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Coluna – Fragmentos Diários; Casos a Parte

No mês de dezembro últimos dias de 2014, a imprensa noticiou um fato interessante e digno de ser exemplo, No Rio de Janeiro do topless e das balas perdidas, uma aluna de 9 anos resolveu encorajar seu professor escrevendo-lhe uma carta de apoio  após ele contar que era homossexual para a turma de alunos. Ele expôs sua sexualidade durante uma lição sobre bullying e homofobia. “Caro Sr. R  Mesmo que você seja gay, vou sempre tratá-lo da mesma forma como faço agora. Continuo pensando em você da mesma forma que antes. Você é um grande professor e estas são apenas algumas das palavras que usaria para descrever você: ótimo, incrível, fantástico, brilhante, impressionante e corajoso…

Já na pequena cidade de Itatira, a 176 quilômetros de Fortaleza, gays e lésbicas reclamam de preconceito e agressões por parte da população local. Segundo eles, há moradores que evitam até mesmo dividir o mesmo espaço o público LGBT. E a televisão sensacionalista afiliada da Record, abriu espaço para uma mãe desabafar com uma carta sobre a condição do filho.  Dona Silvestra de Zé Ribamar de 64 anos apareceu chorosa com  uma carta endereçada ao  filho Antonio de Ribamar Severino, conhecido no meio gay como “Katiuscia Matarazzo”. Ela contou a reportér que esta tentativa era o desespero de uma mãe que tivera um único filho e queria que ele voltasse a ser macho para se casar com uma vizinha. Mas infelizmente fugira para São Paulo  com integrantes da Parada Gay e ela o quer de volta. A leitura foi feita pela reporter já que a senhora não sabia ler, ditara para o sobrinho as palavras. “Filho, você não sabe o quanto seu pai está de lundum, eu nem se fala até um gole dágua que tomo é de um aperreio só! Em nome do nosso senhor Jesus Cristo e do Santo Padim Pade Ciço, essa baitolage vai sair de tú. E você voltará pra casa, se apressa viu menino! A mãe ama você e a Selestina do vei Janú, disse que tá só te esperando.

Obra do Espirito Santo?

Uma freira que se queixava de dores no estômago causou espanto as suas colegas irmãs quando deu a luz um menino, afirmando que não tinha a menor idéia de que estava grávida. A mulher pertencia a uma ordem só de mulheres em Macerata, Italia, e foi levada as pressas para a cidade vizinha Bartolomeu Eustachio, onde ocorreu o parto no Hospital San Severno. A freira sul-americana continua afirmando que não sabia de nada que só pode ser obra do Espirito Santo. Diante disto o Vaticano deu um prazo de doze anos para que a criança se manifeste como o “enviado” crie seu discurso próprio de pregador e arranje seus apostólos, cure cegos e leprosos. Ou então o bicho vai pegar! Avisou o Papa Francisco com o dedo indicador  severamente apontado para a Madre Superiora.

Dilma e seus Ministros

Dilma Roussef realizou sua primeira reunião Ministerial do 2º mandato. Como sempre a utopia reina nos seus discursos, tudo está lindo e maravilhoso, gasolina a preço popular e viagens internacionais a disposição da classe C. A parte ludica foi a imposição aos seus subordinados para que não deixem que a opinião publica pense que direitos dos Trabalhadores estão sendo tirados, a Cult declara que está e isto não pode acontecer, são direitos conquistados. A Força Sindical diz que estão sim subtraindo direitos conquistados com a ajuda do próprio PT. Mas os Ministros que tem amor as suas “cadeiras” devem dizer amém.

Riso da Hora 

O caipira estava pescando no rio com a vara de pescar na mão e uma folhinha de capim na boca. De repente chega uma velhinha numa cadeira de rodas, se aproxima dele e puxa conversa. Conversa vai, conversa vem até que a velhinha diz:- Olha pra mim, meu filho, eu nunca fui abraçada. O caipira coloca a vara no chão, tira a folhinha de capim da boca, dá um abraço na velha e depois volta pra pescaria. Depois de algum tempo a velha torna a dizer: – Olha pra mim, meu filho, eu nunca fui beijada. O caipira coloca a vara no chão, tira a folhinha de capim da boca, dá um beijo na velha e depois volta pra pescaria. Depois de mais algum tempo a velha diz: – Olha pra mim, meu filho, eu nunca fui amassada. O caipira coloca a vara no chão, tira a folhinha de capim da boca, dá um amasso na velha e depois volta pra pescaria. Passou-se mais um tempo e a velha diz: Olha pra mim, meu filho, eu nunca fui fodida. O caipira coloca a vara no chão, tira a folhinha de capim da boca, coloca a velha na grama, quebra a cadeira de rodas, a joga no rio e diz pra velha:

– Agora a senhora tá fodida! Quero ver a senhora voltar a pé

Fica assim, amanhã tem mais…

Por Hesiodo José

Hesiodo José
Hesiodo José
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