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Coluna – Cada um no seu cada um

Existe uma máxima popular de que a preferência de cada um tem seu resguardo, dar palpite no sabor ou dissabor alheio não é de bom tom. Por isto, a liberdade dos gostos extrapola as mais férteis imaginações. Quem pensou que já viu de tudo está redondamente equivocado. Segundo relatos, o profeta João Batista, que batizou Jesus Cristo no Jordão, comia gafanhoto com mel silvestre, iguaria que para nós aqui da aldeia das gerais não é apreciada. Mas, na década de 60, conforme os anais da história dos surtos psicóticos, um cristão fanático fora amarrado pela família e entregue às autoridades de saúde mental depois de passar duas semanas embrenhadas nas matas ainda existentes na região Brasília de Minas, com um bornal cheio de gafanhotos e favos de mel ainda com abelhas, estas, com certo grau de violência, chegando a ferroar os bate-paus da camisa de força. O homem de nome Adão dizia ser o próprio João Batista, gritava que era a voz do deserto no meio do cerrado. O britânico Paul Durat, 47 anos, tinha uma paixão literalmente carnal pela namorada, e desejava comê-la, não conseguindo livrar-se desta sede atroz, matou-a esquartejando e a comera literalmente. Por isto passará doze anos de sua vida na cadeia, com uma pequena observação: quando se lembra da carne da moça, o priapismo é incontrolável. O grande astro de Hollywood Tom Cruise dissera comeria a placenta e o cordão umbilical do seu filho. A desenvolvida Coréia do Sul tem a carne de cachorro incluída nos seus cardápios. A barata, o escorpião e outros afins também estão  na lista gustativa. Algumas tribos hindus praticam um certo ritual de castração, onde os testículos são presos a ganchos de aço e gradativamente puxados por uma corrente presa a uma bola de ferro. Isto por vários dias; o objetivo é pagar penitência, como também extirpar a virilidade. Desta maneira o individuo se entrega à clausura, passando os restos dos seus dias olhando para um infinito e esperando a morte chegar, para que sua recompensa seja à altura de tanto esforço. Para nós, escravos das silhuetas femininas e das bocas pintadas despertadoras da libido, seria inimaginável. Eles têm seus prazeres nessa conduta. Rodrigo Godoy, conhecido tatuador londrinense, fala sobre sua experiência com os ganchos de aço nas costas. Diz, numa forma de experimentar o novo com a filosofia de crescer e mudar pela dor, que ficara durante 30 minutos içado com quatro garras. Segundo ele a pele se descola, produzindo uma bolsa de ar, o que impede a ação da dor, porém, depois é preciso um cuidado médico para que a pele volte ao normal. Hellen Grancinne, coreógrafa carioca, é adepta do piercing, tendo um exemplar nos principais pontos do seu corpo, inclusive no clitóris. Hellen há pouco se submeteu à escarificação, que é um dos segmentos do body modification,  uma tatuagem feita com bisturi rasgando a pele sem anestesia. É um retorno ao primitivo, pois os homens das cavernas usavam essa técnica com dentes de tubarão e garras de animais, um gosto doloroso  envolto numa aura mística, de transcendência espiritual. O baterista Verna Silésio conta sua experiência com o brandy, outra corrente dolorosa do body modification, uma queimadura superficial que, após a bolha, a pele adquire varias formas.  Os filhos radicais de Alá usam a tática do corpo a corpo para aniquilar seus adversários. Dezenas de quilos de explosivos detonam no meio das multidões, desintegrando-se para o prazer de encontrar as virgens no céu. E muitos outros gostos que chegam ao êxtase rolando na cama com seus instrumentos de choques misturados a pomadas e canforas um padre Espanhol ao saber que o Vaticano estava encurtando as rédeas dos homossexuais de batina se colocou a disposição para as pregas do seu anus fossem contadas, segundo ele existe um numero real e ele tinha certeza que estava tudo lá, mas se acaso faltasse alguma que Deus o perdoasse, tem papéis higiênicos que costumam apagar feito borrachas.

Por Adilson Cardoso

Adilson Cardoso
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