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Coluna – Fragmentos Diários; (Aumento e também invento)

Bloco  “Fora do armário já”

E deu o que falar, um dono de supermercado famoso da cidade disse a mulher que faria viagem ao Paraguai para trazer mais produtos para a prateleira de originais. “Que Deus o acompanhe” falou a mulher antes do vôo com escala no Rio de Janeiro. E alguns dias se passaram, a tranquilidade da familia era aquela rotineira, pagar as contas, fazer pedidos, demitir funcionários com atestados falsos, depositar cheques. Tudo em paz mesmo com o trabalho dobrado, até que  o Jornal mostrasse  um bloco carnavalesco da cidade de Juiz fora onde os tendenciosos a dar pequenas mordidas no travesseiro entram  na avenida com um grande maço de rosas, no meio da festa a luz se apaga e ouve-se o côro, “ Ei fortão deixa de machismo e  Joga o botão, joga o botão!” O escuro permanece durante algumas horas, no tempo certo toca um sino que é o sinal para um novo côro “Ei deixe de ser otário, faça como eu e saia do armário!”. O  empresário depois agora quer processar a emissora, qual o motivo? Simplesmente alegou que não dera autorização para sua imagem aparecer.

Dois amigos na rodoviária

Que saudade de tu e tú deu?

Governo do Rio de Janeiro intensifica doação de Camisinha (Fonte O globo)

Juvenal Antonio Carlos da Silva é de Muriaé e chegou neste domingo dia 08 de fevereiro para ver o Carnaval carioca, segundo ele antes de descer do taxi clandestino uma blitz educativa interceptou o carro para falar sobre doenças sexualmente transmissíveis, entregou-lhes uma cartela com seis preservativos. Ao chegar ao hotel recebeu do Gerente palavras de boas vindas com um folder contendo quatro preservativos. No quarto antes de sair para almoçar a faxineira com jeito de professora bateu na porta e entrou com outro folder na mão, apresentou-se e mostrou um preservativo, depois de falar sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis, ele pediu licença e disse que já tinha ouvido duas vezes sobre o tema além de ter ganhado dez preservativos. Há senhora muito séria respondeu olhando nos seus olhos que tudo aquilo era a teoria, ela vinha para a pratica e praticaram. Depois do almoço de posse do guia de locais atrativos, encontrou a Lagoa Rodrigo de Freitas igualzinho ao cartão postal que tinha na estante de casa, tomou uma cerveja e foi convidado por um grupo de mulheres que ofereciam preservativos e falavam sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis, uma entre elas que apenas anotava ouvindo as falas, o chamou logo após e em particular foram para a pratica atrás do quiosque. Tudo estava muito bom Juvenal agradecia a Deus a todo instante, até a hora em que o taxi que tomara para chegar ao hotel foi parado por uma blitz educativa, o objetivo era falar sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis e da questão homossexual e todos os cuidados necessários se acaso se envolvesse em relação com alguém do mesmo sexo. No hotel outro gerente aguardava sua chegada com materiais explicativos sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis e prováveis riscos na relação homossexual, se acaso viesse a tê-la, uma pulga dependurou-se atrás da sua orelha. Pouco tempo depois bateu na porta do quarto, seu coração bateu acelerado. Mas não era um homem para demonstrar na pratica o que aprendera há pouco. Era aquela faxineira sedutora com olhos de professora trazendo um copo de laranjada geladíssima, tudo que ele precisava para matar a sede e aliviar o cansaço, recebeu com sorriso largo, agradecendo a Deus por tudo. Três horas depois  ao acordar,  estava nu e com uma ardência incomoda na região do botão. Ao seu lado um bilhete do Gerente do hotel lhe desejando boas vindas, acrescentando que partir de agora ele estava ciente de como se comportarem em qualquer que fosse a situação.

Agora é sério

Henrique Pizzolato aceitou ser extradito para o Brasil durante o período de carnaval, ficará hospedado numa praia de nudismo. De acordo com a Policia Federal, pelado não tem como ele esconder nada.

Riso da Hora

Todo dia a bicha passava pela construção. Era o pobre passar e o servente da obra gritar: – Bichona! Chibungo! Frangão! Ah… a boneca ficava uma fera e mandava o troco: – Paraíba! Saquarema! Morto de fome! Flagelado! E isto era todo dia, chibungo pra lá, flagelado pra cá. Aí, chegou o Carnaval. O fresquinho mandou fazer uma fantasia linda de baiana, toda rendada. Pintou-se, penteou-se, enfeitou-se e desceu para ir para a festa. Virou a esquina e foi passando em frente à obra. Lá estava o servente da obra. No que ele viu a baiana rebolando do outro lado, reconheceu logo quem era e abriu a boca pra gozar o pobre, percebeu que até que ela estava bonitinha. Aí encheu os peitos e gritou: – Boneca!!! Ah… ela não aguentou de emoção. Virou-se pra obra, abriu os braços e gritou, morrendo de felicidade: – Arquiteto!!!

Fica assim, amanhã tem mais…

Por Hesiodo José

Hesiodo José
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