Inicio » Colunistas » Júlio Cesar Cardoso » Coluna – Intervenção para restabelecer a ordem pública

Coluna – Intervenção para restabelecer a ordem pública

Dileta Corrêa Silva representa a União Patriótica de Santa Catarina e é a favor da intervenção militar. Leiam a sua posição: “O regime militar era ruim? Sim! Ruim para vagabundos, marginais e assaltantes! Ruim para assassinos, que quando matavam iam para a cadeia sem direito a “direitos humanos”!” Ruim para comunistas e anarquistas que iam para rua para vandalizar! Ruim para políticos corruptos e comunistas que roubavam! Hoje nas escolas e faculdades ensinam que os militares eram cruéis, ditadores e torturadores! E eram mesmo! Só que não ensinavam que isso era só para bandido, estupradores e políticos corruptos! Pois para trabalhadores e estudantes nunca existiu essa “ditadura”! E sim um país com Ordem e Progresso! Avante Patriotas!”

Posicionamento lúcido de Dileta Correa. O Brasil, onde o ex-presidente Lula da Silva paralelamente governa e desafia a democracia ameaçando o país com o “exército” dos sem-terra, precisa de uma urgente intervenção para restabelecer a ordem púbica, aliás, como prevê o Art. 142 da Constituição Federal.

Ainda há pouco uma invasão do exército de mulheres campesinas de rosto tapado, foices e paus nas mãos destruíram mudas de eucalipto fruto de décadas de pesquisas científicas, destinadas ao reflorestamento e produção de papel, para evitar desmatamentos como ocorrem na Floresta Amazônica e Mata Atlântica. Esse é o exército democrático,  defendido por Lula e Dilma, integrante da babel em que está conflagrado o país, com o MST desrespeitando as instituições e causando balbúrdia nas cidades.

Com o maior escândalo de corrupção política – que destruiu os alicerces da estatal Petrobras, de onde o dinheiro ilícito jorrou para o bolso de espertalhões políticos e para as campanhas de partidos – envolvendo os dois presidentes das casas legislativas federais, significativa parcela de parlamentares e a chefe do Executivo, por tudo isso, a quem apelar para que seja posto um ponto final nessa imoralidade? Esperar por mais 4 anos? O impeachment seria o caminho e há condição para isso, mas os políticos corruptos continuariam.

Muitos imberbes que só ouviram falar da intervenção militar não sabem de fato o que aconteceu naquela época no país. Outros, de mais idades, que não se envolveram com a subversão (política) de arruaceiros comunistas e anarquistas, não têm do que se queixar, pois não foram perseguidos por militares. Ao contrário, no período militar o Brasil experimentou desenvolvimento, e a sociedade pacífica e apolítica viveu familiarmente em paz. Havia segurança pública (para todos) garantindo a ida e vinda de cidadãos nas ruas, nos trabalhos, nas escolas, nas praças públicas etc., e as casas, comércio e rede bancária não eram diuturnamente importunados por bandidos. A bandidagem respeitava a polícia. As casas, os edifícios e as igrejas não eram gradeados. As crianças transitavam nas ruas sem serem molestadas. O país transmitia segurança àqueles que não tinham dívida subversiva contra os militares.

PUBLICIDADE

///////////////////////////

.

As forças políticas que imperam por aqui estão todas com o rabo preso e não têm democraticamente condição de reverter o atual quadro generalizado de corrupção política. Ninguém de sã consciência é a favor de governo militar.

Assim, demonstram ingenuidade e ranço contra uma intervenção aqueles que defendem o status quo da imoralidade em que se encontra atolado o país. A intervenção seria apenas para botar a casa em ordem por um período necessário e depois devolveria a nação saneada para sociedade exercer a sua democracia.

PUBLICIDADE

///////////////////////////

.

Deveria ser fechado o Congresso e marcado eleição para novos candidatos com ficha limpa e que tivessem instrução mínima de curso médio. Deveriam ser substituídos todos os ministros do STF por outros não mais indicados pelo Executivo e que jamais tivessem exercido mandato político, prestado serviço advocatício a político ou partido politico e não registrassem filiação partidária. Deveria ser realizada uma ampla reforma política com adoção do VOTO DISTRITAL PURO e candidatura avulsa sem vinculação partidária. Deveria ser imediatamente resolvida a questão dos sem-terra e proibidas as suas manifestações violentas contra a sociedade e entidades científicas. E assim, muitas outras providências poderiam ser tomadas para moralização do país.

Júlio César Cardoso

Bacharel em Direito e servidor federal aposentado

Balneário Camboriú-SC

Júlio César Cardoso
Júlio César Cardoso
------------------------------------------------------------------------

Se você é a favor de uma imprensa totalmente livre e imparcial, colabore curtindo a nossa página no Facebook e visitando com frequência o site do Jornal Montes Claros


------------------------------------------------------------------------

------------------------------------------------------------------------

Leia Também

Temer sanciona com veto lei que repassa custos do Fies com bancos para faculdades

Temer sanciona com veto lei que repassa custos do Fies com bancos para faculdades

Compartilhar no WhatsApp* Por: Jornal Montes Claros - 2 de dezembro de 2016. Temer sanciona …


Aviso: nossos editores/colunistas estão expressando suas opiniões sobre o tema proposto, e esperamos que as conversas nos comentários sejam respeituosas e construtivas. O espaço abaixo é destinado para discussões, para debatermos o tema e criticar ideias, não as pessoas por trás delas. Ataques pessoais não serão, de maneira nenhuma, tolerados, e nos damos o direito de excluir qualquer comentário ofensivo, difamatório, calunioso, preconceituoso ou de alguma forma prejudicial a terceiros, assim como textos de caráter promocional e comentários anônimos (sem um nome completo e email válido).