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Coluna – A verdadeira História

Coluna – A verdadeira História

Há aproximadamente 10 anos tive o prazer de visitar a Índia e conhecer pessoalmente um pouco da sua cultura milenar, mas também de certificar que a podridão do Ganges é mil vezes pior do que se vê na televisão. Nessa viagem pude conhecer o Filosofo Budista Mahatmanih Allaij detentor de inenarráveis conhecimentos sobre a história não contada da humanidade, confessara-me que tudo que sabia era advindo das paginas de “Orvalhos do amanhã” o livro sagrado proibido e condenado as cinzas após a morte de Cristo, por conter verdades que de acordo a Igreja católica provocaria reflexões descabidas na humanidade, o exemplar que o Filosofo guardava fora encontrado nos anos 40 em escavações feitas nas ruínas da antiga Judéia o único no mundo. Escrito por um anônimo que trabalhara numa oficina ao lado da marcenaria de José o carpinteiro padrasto de Jesus. Assim após esta década memorável recebi uma copia do livro no final do ano passado, com a promessa de não copiar ou emprestar para quem quer que seja entre outubro e dezembro. Durante este tempo perambulei pela longa narrativa de quase 900 paginas e pude ratificar a hipocrisia da Igreja, as mentiras do inicio do mundo e a armadilha que armaram para que Judas se tornasse o odiado por colaborar com aquilo que já estava pré- determinado. Ao contrario do que diz a bíblia, José não aceitou o chifre pacificamente, houve uma tentativa de agressão a Maria que fugiu para a casa de uma tia em Cafarnaum, já que a verdade crua é que Gabriel não era anjo coisa nenhuma, tratava-se de um ex-namorado de Maria que vendia incenso e aproveitando uma viagem do Carpinteiro “jogou o laço” e a moça carente sob efeito de um vinho curtido no pote e enterrado na areia, aconteceu, a gravidez não estava nos planos, mas a época não tinha preservativos e nem idéia do “coito interrrompido” todo o resto é de acordo com os interesses de Papas e Cia. O livro cita que na noite do nascimento de Jesus, Maria estava sozinha numa pequena cabana escondida de José que ainda queria cobrar o vilipendio, já que naqueles tempos a traição se pagava como hoje, sangue para lavar a honra do chifrudo. Passaram então por lá viajando para a Pérsia três mercadores que em troca de uma pernoite sob um teto deixaram mirra, incenso e azeite para curar o umbigo do menino. José amasiou-se com Maria Magdalena que não era prostituta como diz a bíblia, mas sim uma salgadeira que fazia por encomenda, e com o tempo e conselhos da companheira se esquecera do acontecido com Maria. Jesus desde pequeno demonstrara aptidão para lidar com a madeira e aos 13 anos fazia cruzes para tumbas a preços singelos  de poucas moedas. José então se encontrou com o rapaz e contou-lhe tristemente sua história, chorando e dizendo que desejava muito que fosse seu  pai, Jesus solidarizou-se com o bom homem e foi para casa pedir satisfação a mãe que no primeiro momento tentou incriminar o Espírito Santo, mas acabou confessando e tentando se desculpar. Todavia Jesus com a cabeça cheia daquela história e com a adolescência envenenando a personalidade sumiu sem deixar rastro, nem uma carta ou qualquer vestígio desaparecera. Enquanto isso os Judeus sufocados pelo Império Romano feito brasileiros por Portugal na época da Monarquia, oravam todos os dias para que o pai lhes mandasse um Messias montado no cavalo branco  com a espada de guerra, para  se livrariam daquela opressão. E vinte anos se passaram, quando numa bela tarde de sábado com mulheres se ajeitando para uma festa de casamento da filha de José de Arimatéia, chegara  Jesus virando a esquina com uma túnica branca de  detalhes em vermelho fogo, cabelos grandes esvoaçando e uma barba longa, atrás dele  onze homens, nos mesmos trajes e estilos de cabelos e barbas, ao seu lado caminhava um negro que lhe falava ao ouvido mostrando um mapa com a ponta de lápis, era Geraldinho o seu discípulo mais fiel, de cabelos rastafári, com um curriculum altamente arrojado para aquelas “santas criaturas”  jogava capoeira e escrevia poesia, bebia vinho e fumava cigarro de folhas de Oliveira, tocava violão e adorava a lua. Por suas idéias   revolucionárias  e  ter ensinado coisas para Jesus consideradas avançadas, fora crucificado ao lado do grande amigo e mestre, mas seu nome jamais fora lembrado. Dizem que a causa fora sua cor, mas a Igreja nega e diz que ele nunca existiu.

Por Adilson Cardoso

Adilson Cardoso
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