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Coluna – Fragmentos Diários; (Aumento e também invento)

Soprando as velinhas

E os parabéns da Coluna vai para os bravos cavaleiros do AA (Alcoólicos anônimos) que vivem noite e dia rezando para não caír  em tentações. Só não entendo por que de continuarem no anonimato depois de tantos anos, aliás de tentarem essa maquiagem social. Pois aproximadamente as 12:34 minutos, recebemos imagens do nosso Drone que é pilotado com toda segurança pelo Assessor especial senhor Claudio “boca de veia”, com os seguintes indivíduos que se declaram membros da associação; Claudio casquinha, Dé bocão, Pisquila dorme sujo, Luzia mocoronga, Julia peida-pinga e Castelo boca de bosta”. Estes “Judas Iscariostes” estavam sentados próximos ao puxadinho de Ruy Muniz onde era a praça do cemitério Bom Fim, chamado de novo cemitério, com um garrafão de cachaça e panela de farofa de gato, bebendo e dançando em comemoração ao aniversário dos Alcoólicos anônimos. Com toda a responsabilidade respeitando o direito de imagem de todo cidadão, publicaremos na integra no Jornal MG Inter TV 1º edição de sábado.

Caloteiros de Deus
Uma missionária de uma Igreja Evangélica de Montes Claros conseguiu comprovar a existência de uma relação de emprego que durou 44 anos. Durante os anos dedicados à igreja, a religiosa exerceu funções variadas, celebrava cerimônias, atendia fiéis, administrava unidades e até mesmo prestava serviços jurídicos, já que é advogada. Além disso, precisava cumprir metas de arrecadação junto aos fiéis. Em 2012, a obreira, que morava no Village do Lago, recebeu uma ligação em que um representante da igreja disse que, a partir daquele momento, ela poderia permanecer trabalhando, mas sem receber remuneração, ou deveria pedir demissão. Insatisfeita, a missionária resolveu entrar na Justiça, e a 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho  reconheceu a existência da relação de emprego com a igreja,   com isso a obreira receberá o FGTS, férias, 13º salários e demais direitos trabalhistas referentes a todos os anos em que se dedicou como profissional.Segundo os advogados Ruy Carleone e Luciano Viveiros, que representaram a missionária na Justiça, a decisão revela uma importante mudança na antiga jurisprudência até então dominante, de que a relação entre padres, pastores e missionários com as suas respectivas igrejas é uma relação de cunho apenas eclesiástico. — Nesse caso, também foi considerado o desvirtuamento da atividade religiosa, já que havia a imposição de metas de arrecadação pela igreja aos seus fiéis. A trabalhadora, que também era advogada, chegou a atuar, até mesmo, com assistência jurídica, atividade que em nada se relaciona com o sacerdócio religioso — esclareceu o advogado Ruy. Em sua defesa, a igreja disse que a relação com a missionária era de caráter meramente religioso e que as atividades eram “executadas por vocação espiritual”. Além disso, destacou que a obreira pedia pizza e refrigerante todos os dias e colocava a nota dentro da caixinha de despesas para a Igreja pagar, e que já ia deixando claro que nunca houve assedio sexual por parte do Pastor para com a denunciante, se ela disser isto estará mentindo.

HABLANDO ESPAÑOL

 Imagine que você está andando pela Colômbia, quando ouve alguém gritando: “La viene un tarado con su saco peludo en las manos corriendo atras de la buseta!” Não se assuste! A pessoa só estava dizendo:   “Lá vem um idiota careca com seu casaco de pele nas mãos, correndo atrás do ônibus!”.

Mais coisas  no balaio de gato
A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) terá que pagar uma indenização de R$ 100 mil a um ex-pastor. O religioso foi incentivado a fazer cirurgia de vasectomia com a promessa de promoção para o cargo de bispo da congregação. A decisão foi tomada pela Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST). No processo, o ex-pastor informou que trabalhou na igreja entre 1995 e 1997, em Itapevi, na Região Metropolitana de São Paulo. Ele recebia um salário que chegava a R$ 1 mil, com comissões. Em reuniões na cúpula da igreja, ele teria recebido a promessa de promoção ao cargo de bispo na África. Só que para isso teria de fazer a vasectomia. De acordo com ele, o motivo da exigência era que a promoção seria  prejudicada se tivesse filhos.Na ação trabalhista, ele disse que essa exigência era sempre lembrada, inclusive com promessas de salário maior, apartamento e carro de luxo. No ano de 1996, submeteu-se à cirurgia, às custas da Igreja Universal. No processo, contou que a essa “imposição” frustou sua ex-esposa, que queria ser mãe, e causou o divórcio do casal em 1997. Primeiramente, a Primeira Vara do Trabalho de Itapevi (SP) julgou improcedente o pedido. O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP), porém, condenou a Universal a pagar indenização por danos morais. Para o TRT, a exigência da vasectomia, paga pelo empregador, como condição “para a obtenção, manutenção, exercício ou promoção no trabalho, ainda que na profissão da fé”, é “conduta altamente reprovável” e contraria os direitos à dignidade da pessoa humana e de personalidade, de integridade psicofísica, intimidade e vida privada.A Universal recorreu da decisão no TST. No entanto, o recurso não foi aceito pelo tribunal. Procurada, a Igreja Universal do Reino de Deus esclareceu que ele pagará por tudo isto no inferno, pois “Deus é justo”.

Riso da Hora

A deliciosa mocinha estava sendo amparada por sua mãe no meio da rua, devido a um mal-estar. Um senhor muito educado passa por elas e pergunta:

– Foi comida ? – Foi sim. – respondeu a mãe. – Mas vai casar sim senhor!

Fica assim, amanhã tem mais…

Por Hesiodo José

Hesiodo José
Hesiodo José

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