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Cinema – Versão para o cinema de O Agente da U.N.C.L.E. não empolga

Filme estreia nesta quinta-feira (3/9) em circuito nacional.

Alicia Vikander, Armie Hammer e Henry Cavill em cena de O Agente da U.N.C.L.E Warner Bros./Divulgação
Alicia Vikander, Armie Hammer e Henry Cavill em cena de O Agente da U.N.C.L.E  – Warner Bros./Divulgação

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Como o inglês Guy Ritchie, que deu muita grana com suas adaptações estapafúrdias de Sherlock Holmes, a Warner apostou no seu cacife para assumir a versão para o cinema de O Agente da U.N.C.L.E. – estreia a partir desta quinta-feira (3/9) em circuito nacional – agora protagonizada pelos parrudos Henry Cavill e Armie Hamer, que substituem Robert Vaughn e David McCallum, respectivamente, nos papéis dos agentes Napoleon Solo e Illya Kuryakin.

Apesar de ser um dos seus filmes de ação mais contidos, mesmo assim Guy Ritchie não fez um bom filme. Quer dizer, ele não faz um bom filme desde que surgiu, no final dos anos 1990, como um aplicado diluidor de Quentin Tarantino no díptico Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes e Snatch: Porcos e Diamantes. Ele nunca mais conseguiu repetir o êxito dos seus primeiros filmes.

Não que O Agente da U.N.C.L.E., que também roteirizou, fosse salvar a carreira dele. Mas pelo menos Guy Ritchie poderia ter caprichado na trama e na estética vazia, sua marca registrada. Talvez o problema seja porque ele não deve saber sequer o que foi a Guerra Fria. A coisa mais gritante do filme é justamente a falta de contexto histórico da história escrita por ele.

Ter algumas cenas na Berlim sitiada pelos Estados Unidos e União Soviética não é tudo. A manobra só serve para introduzir a personagem Gaby Teller (a sueca Alicia Vikander), filha de um cientista alemão que pode ajudá-los a se infiltrarem numa organização criminosa, que está em vias de ameaçar o mundo ao ter acesso a uma bomba atômica.

Para não dizer que o filme é um desastre completo – fracassou feio nas bilheterias americanas –, a trilha sonora é uma beleza. O maior destaque é a canção Jimmy Renda-se, de Tom Zé.

Por Ernesto Barros

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