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Coluna do Hesiodo José – Fragmentos Diários (aumento e também invento)

Trocou dólares por notas falsas

Vereador é um cidadão eleito pelo povo para representá-lo na Câmara Municipal, lá possui diversas funções bem definidas, alguns se opõem ao Prefeito e fiscalizam com seriedade, outros babam no ovo do chefe do executivo, tem outros fingindo que a mulher não recebe dinheiro do Bolsa Escola e por ai vai. Sem esquecer daquele que se acha muito esperto e troca notas falsas de cinqüenta reais por dólares verdadeiros. O caso do vereador do Norte de Minas que não quer aparecer por medo das piadas se compara a um outro vereador folclórico de Montes Claros, seu nome era Conrado que durante a campanha política já dava sinais que viria bizarrice, relembre trechos de um discurso: “ Senhores e senhoras, meninos e meninas e também os viados, quero dizer que não me importo com a campanha difamatória que fazem contra mim, me chamam de ladrão, mas o maior esta lá em cima!”. Já eleito Conrado foi juntamente com o Prefeito da época visitar a Esplanada dos Ministérios em Brasilia, bestificado com a beleza arquitetônica parou em frente o Congresso Nacional vendo o reflexo do prédio no espelho dágua, foi quando um garoto chegou e disse a ele que para olhar aquela imagem teria de pagar dez reais por minuto. A noite no ônibus de volta cada um dos vereadores contava proezas, negociações e outras peripécias políticas foi quando ele abriu a boca sorridente e disse; “Dizem que gente daqui é muito esperta, mas eu passei foi a perna em um, queria me cobrar dez reais por minuto para eu olhar o reflexo do Congresso na água eu disse que sim, paguei trinta, pelos minutos que estava perto, mas já tinha olhado quase uma hora!” 

Homem de Japonvá processa Deus

Condenado a 20 anos de prisão por assassinato, Miguel Pereira  da cidade de Japonvá  de 41 anos, processou Deus. A alegação: quando ele foi batizado, Deus prometeu protegê-lo do Diabo. Como o seu crime foi obra do demônio, Deus não cumpriu sua parte no contrato. Em 2011, a corte decidiu que o processo estava fora de sua jurisdição.

Processou a sim mesmo em Brasilia de Minas

Em 2013  Roberto  Batraquio da cidade de Brasilia de Minas  resolveu processar a si mesmo e pedir uma indenização de US$ 5 milhões, alegando que violou suas crenças religiosas quando cometeu os crimes que o levaram à prisão (agredir pessoas num bar em Nova Esperança  e dirigir embriagado). Como estava preso, Roberto  esperava que o Estado tivesse que pagar a indenização a ele. “É possível dever para si mesmo”, explica Danilo Fercundini Professor de Direito da Unimontes. “Se você deve para seu pai e ele morre, você passa a ser credor de você mesmo. Mas a dívida é automaticamente anulada. Não se pode processar a si mesmo”. A Justiça  não aceitou o processo. Roberto recorreu e desta vez ganhou a causa, porém já está em liberdade e terá noventa dias a contar do fim do processo para levantar o dinheiro e saudar-lhe a divida. 

Eu quero Peidar
Uma funcionária de uma fábrica de Montes Claros  (MG) processou a companhia que a demitiu por justa causa. É que o motivo alegado para a demissão foi o excesso de Peidos soltos por ela durante o horário de trabalho. O caso foi parar nas mãos do desembargador Ricardo Aparecido Costa e Trigueiros, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, que deu ganho de causa à trabalhadora. “A eliminação involuntária, conquanto possa gerar constrangimentos e, até mesmo, piadas e brincadeiras, não há de ter reflexo para a vida contratual.”A funcionária identificada por Maria disse em entrevista ao Reporter Delio Pinheiro do Jornal da Inter TV segunda edição que ela já havia alertado aos colegas que depois do almoço  costumava soltar puns altos e fedorentos e não aceitaria reclamações já que alertara, ainda segundo ela no seu retorno ao trabalho o que está chato é o bullyng já que está sendo tratada por Maria Peidona 

Riso da Hora

Depois de uma visita ao médico, o sujeito chega em casa cabisbaixo.-Que cara de enterro é essa, Genésio? vai logo perguntando a mulher. É que o doutor disse que sou vítima de uma doença rara e que eu só tenho duas trepadas em estoque.
Só duas? Mas não fica triste assim não Genésio, vem cá que nós vamos fazer estas duas bem caprichadas!
Cê tá maluca, mulher? Eu não vou gastar estas duas contigo não! 

Fica assim amanhã tem mais.

Hesiodo José
Hesiodo José

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