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Operação Acrônimo – PF cumpre 40 mandados, que investiga transações financeiras supostamente ilegais na campanha do governador Fernando Pimentel

São cerca de 40 mandados de busca e apreensão cumpridos em Belo Horizonte, São Paulo e Brasília. Entre os alvos está a casa do presidente da Cemig, Mauro Borges.

PF chega descaracterizada em prédio no Belvedere para cumprir mandado na operação Acrônimo
PF chega descaracterizada em prédio no Belvedere para cumprir mandado na operação Acrônimo

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Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (1º), a terceira fase da Operação Acrônimo, que investiga o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), a primeira-dama Carolina Oliveira e o empresário Benedito Rodrigues, conhecido como Bené.

Entre os alvos estão a casa do presidente da Cemig, Mauro Borges, na capital mineira. Ele se apresentou espontaneamente à Polícia Federal no início da manhã desta quinta-feira (01), prestou esclarecimentos e foi embora.

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Assim como Pimentel, Mauro Borges é ex-ministro do Desenvolvimento. Ele assumiu a pasta em 2014, no último ano do primeiro mandato de Dilma Rousseff.

Defesa Pimentel

Mais cedo, foi cogitada a realização de buscas também em imóveis do governador Pimentel. Um dos advogados do político disse à Folhapress que “até o momento não sabe as razões das buscas”, mas tomará as medidas necessárias assim que souber o motivo da operação. O governo de Minas disse, por meio de sua assessoria, que não vai se pronunciar sobre o caso.

O advogado de Pimentel, Antonio Carlos de Almeida Castro, disse à reportagem que nenhuma das pessoas, alvos de busca nesta fase da operação Acrônimo, tem ligação com o governador.

“Eu não estou sabendo de nada. O ministro responsável pela operação pediu sigilo de 48 horas, mas pelo visto isso só vale para os advogados. O que sei, fiquei sabendo foi pela imprensa. Também te afirmo que nenhum imóvel do governador passou por buscas. As pessoas investigadas nesta fase, assim como a maioria das pessoas ligadas a essa operação, não têm qualquer ligação com o governador Pimentel”, finalizou.

Acrônimo

A operação Acrônimo apura irregularidades no financiamento e na prestação de contas da campanha de Pimentel para o governo mineiro, em 2014. Bené, um empresário ligado a campanhas do PT, é o pivô da operação. Ele foi preso em maio deste ano e deixou a cadeia após pagamento de fiança.

No ano passado, foram encontrados R$ 113 mil em dinheiro vivo dentro de um avião turboélice que transportava o empresário, o que motivou as investigações da PF. A aeronave apreendida pertence a suas empresas. Tanto ele quanto Pimentel negam ter cometido irregularidades.

Entre os demais alvos da fase deflagrada nesta quinta estão as sedes das empresas Marfrig e Odebrecht Ambiental, em São Paulo.

Ao todo, a PF cumpre 40 mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte, São Paulo e Brasília. Não houve mandados de prisão.

As informações são do Portal O Tempo

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