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Projeto de lei aprovado pela câmara pode gerar 3.000 empregos em Pirapora e região

Cerca de 3.000 postos de trabalho poderão ser recuperados em Pirapora e região e outros 2.000 no centro-oeste de Minas Gerais pelas indústrias mineiras de ferroligas, silício metálico e magnésio caso a Medida Provisória (MP) 677, que garante energia mais barata e que foi aprovada pelo plenário da Câmara dos Deputados nesta quarta, seja sancionada pela presidente Dilma Rousseff.

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O cálculo é do presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Ferroligas e de Silício Metálico (Abrafe), Henrique Simões Zica.

A versão atual da MP 677 garante que indústrias eletrointensivas localizadas no Sudeste e no Centro-Oeste tenham as mesmas condições de compra de energia elétrica mais barata que inicialmente beneficiariam indústrias do Nordeste. “Com essa mudança, o governo poderá falar em uma política industrial nacional e evitar a desindustrialização do país e de Minas Gerais”, afirma Zica.

Segundo Léo Silveira, prefeito de Pirapora, no Norte do Estado, onde estão várias indústrias eletrointensivas, “com a aprovação da MP na Câmara, as indústrias já estão entrando em contato com seus ex-funcionários, e o emprego vai voltar. Acreditamos que, no Senado, a MP também será aprovada, pois um trabalho junto com a banca mineira foi feito”, afirma o prefeito.

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Silveira calcula que em Pirapora e região ocorreram cerca de 3.000 demissões diretas e indiretas em função da dificuldade que o setor tem de contratar energia elétrica a preços competitivos. Até dezembro de 2014, elas mantinham um contrato com a Cemig para fornecimento de energia.

Antes da sanção da presidente, a MP precisa passar pelo Senado Federal, o que deve ocorrer na próxima terça-feira, segundo o relator revisor da MP, deputado federal Leonardo Monteiro (PT-MG).

A Medida Provisória (MP) 677 foi apresentada pelo governo federal em junho e visava prorrogar até 8 de fevereiro de 2037 contratos de fornecimento de energia entre a Chesf e indústrias do Nordeste, como Braskem, Gerdau e Vale. A MP, porém, recebeu emendas para garantir que as empresas do Sudeste e do Centro-Oeste tivessem o mesmo benefício.

Nesse caso, a empresa que fornecerá a energia será Furnas Centrais Elétricas (Usina Itumbiara-GO). Esses consumidores dos setores de ferroligas, silício metálico e magnésio poderão celebrar, a partir de janeiro de 2016 até 26 de fevereiro de 2035, contratos com Furnas para a compra de energia por meio de leilões fechados com lance mínimo segundo um preço médio da energia acrescido de correção monetária.

Com essas novas condições, as indústrias mineiras poderão voltar a comprar a energia a valores próximos de R$ 100 o kW/h. Hoje, no mercado livre, esse custo está sendo negociado por até R$ 350.

Do Portal O Tempo

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