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Emprego – Sua postagem nas redes sociais pode ser decisiva na hora da contratação

Empresas prestam cada vez mais atenção a bons e maus comportamentos virtuais dos candidatos

Pesquisa realizada pelo site CareerBuilder aponta que 51% dos empregadores que pesquisaram através das redes desistiram da contratação
Pesquisa realizada pelo site CareerBuilder aponta que 51% dos empregadores que pesquisaram através das redes desistiram da contratação

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Se você não presta atenção no que posta ou não utiliza as redes sociais para encontrar a vaga que está buscando, pode estar perdendo boas oportunidades de empregos. Foi-se o tempo em que o currículo era só o de papel e cada vez mais empresas utilizam esses meios para recrutar bons candidatos. Ao mesmo tempo, é preciso cautela antes de clicar em publicar algo. Usar essas redes é como falar em público e falar mal da empresa, dos chefes ou se expor em excesso pode pegar mal e resultar em punições ou até desligamentos.

Uma pesquisa realizada pelo site de recrutamento CareerBuilder aponta que 51% dos empregadores que pesquisaram sobre os profissionais através das redes desistiram da contratação devido a conteúdos ligados a eles existentes na internet. O estudo mostra ainda que 43% afirmam utilizar as mídias sociais como um instrumento para saber mais sobre os candidatos. Cerca de 45% dos recrutadores disseram que utilizam ferramentas como o Google para a prospecção de novos colaboradores e 12% dizem que analisam posts e comentários dos candidatos.

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Provavelmente você nunca enxergou as mídias sociais dessa forma, mas elas podem ser grandes aliadas para mostrar a recrutadores suas qualificações e habilidades profissionais. Essa nova forma de recrutamento possibilita a coleta de informações de forma mais detalhada em relação às capacidades e características dos colaboradores em potencial, além de proporcionar feedbacks com mais agilidade. Desse modo, o uso das redes sociais por candidatos que procuram uma vaga e por empresas dispostas a contratar é cada vez mais comum. Só em Pernambuco, sites de busca na internet como o Google, registraram nos últimos 12 meses um pico na busca pela palavra “emprego” em fevereiro e abril. Só com o título “Vagas de Emprego em Pernambuco” existem mais cerca de dez grupos no Facebook, que reúnem mais de 250 mil pessoas, de acordo com dados da consultoria digital Le Fil. A consultora da Le Fil Socorro Macedo afirma que esse número ainda deve crescer. “Por essas ferramentas, os recrutadores podem encontrar talentos mais rápido, com menor custo, e ainda estudar o perfil do candidato antes mesmo da entrevista”.

A análise da consultoria aponta ainda que o monitoramento das redes sociais é cada vez mais recorrente e o comportamento dos empregados nas redes é observado de forma constante. “A empresa está atenta ao que se fala relacionado a ela. Por mais que seja uma rede pessoal, os profissionais precisam respeitar a política da empresa e ficarem atentos. É importante construir uma política de uso da ferramenta com todas as regras do que ele pode ou não falar da empresa e quais sanções serão realizadas em caso de descumprimento”, afirma a consultora.

A maneira como você se apresenta em seus perfis é como o mundo vê você. Diante disso, observar candidatos através das redes sociais oferece às empresas uma ideia da personalidade do profissional, o que é utilizado pelos recrutadores para saber se o comportamento do usuário em questão é adequado à cultura da empresa. E já que hoje em dia o perfil nas mídias tem peso, é importante lembrar que todo o conteúdo que ele posta, e em alguns casos, o que outros postam sobre ele, pode ser encontrado por potenciais empregadores, o que pode afetar suas chances de contratação.

“É importante que os profissionais tenham clareza que qualquer pessoa pode ver o que está sendo postado, inclusive seu futuro contratante. Uma recomendação é evitar conteúdos que deveriam ser tratados em conversas reservadas, informações da empresa que trabalha ou trabalhou, opiniões polêmicas ou preconceituosas”, aconselha a psicóloga e sócia da ÁgilisRH, Carolina Holanda.

A psicóloga recomenda ainda que quem costuma postar pouco ou mantém perfis completamente fechados, mas está em busca de uma colocação, se mostrar através das redes. Apesar de estarem procurando um emprego, muitos profissionais acabam ficando à margem de processos seletivos por não explorar corretamente as funcionalidades das ferramentas virtuais.

“Para quem está procurando emprego, o melhor é disponibilizar o máximo de informações que possam despertar o interesse de um recrutador através das mídias sociais. Vale sempre lembrar o cuidado na exposição além da conta de informações pessoais”, afirma Carolina Holanda.

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