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Pesquisa da Proteste apontam falta de cuidado de médicos ao prescrever antibiótico

Pesquisa da Proteste apontam falta de cuidado de médicos ao prescrever antibiótico

Um levantamento realizado pela Proteste – Associação Brasileira de Defesa ao Consumidor constatou que nem todos os médicos seguem a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) avaliar criteriosamente a necessidade de prescrição de antibióticos aos pacientes avaliados.

Dos 30 clínicos gerais visitados pela entidade, 14 prescreveram antibióticos a pacientes que não estavam doentes e não tinham alguma infecção bacteriana (Foto: Free Images)
Dos 30 clínicos gerais visitados pela entidade, 14 prescreveram antibióticos a pacientes que não estavam doentes e não tinham alguma infecção bacteriana (Foto: Free Images)

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Dos 30 clínicos gerais visitados pela entidade, 14 prescreveram antibióticos a pacientes (voluntários anônimos) que não estavam doentes e muito menos tinham alguma infecção bacteriana.

Um dos objetivos da pesquisa foi verificar o cuidado dos especialistas ao avaliar os sintomas e examinar os pacientes. Os voluntários foram questionados se, além da dor de garganta, tinham tosse, dores no corpo e secreção no nariz. Todos os médicos indagaram se tinham febre, essencial para se confirmar ou não a existência de infecção. Além disso, somente um não examinou a garganta dos pacientes.

Ao final das 30 consultas, 11 médicos receitaram antibióticos espontaneamente. Três prescreveram os medicamentos após o paciente pedir. Ainda que três profissionais tenham alertado os pacientes a tomar o medicamento só em caso de piora dos sintomas ou aparecimento de febre, a prescrição de um antibiótico era desnecessária nesses casos. Com o uso frequente, as bactérias vão se tornando resistentes à ação dos antibióticos. O consumo incorreto é outro problema grave. Muitas pessoas abandonam o tratamento antes do prazo determinado pelo médico. Assim, a substância não completa sua ação contra as bactérias.

Farmácias

O comportamento foi mais criterioso nas farmácias e drogarias visitadas pela Proteste. Dos 28 estabelecimentos visitados, apenas um, na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, vendeu esse fármaco sem receita. Com exceção desta, as outras afirmaram aos voluntários que precisavam entregar o documento para comprá-lo.

A conduta desrespeita uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que determina a obrigatoriedade de o consumidor apresentar receita médica nas farmácias para comprar esse tipo de medicamento. Vale, então, o alerta!

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