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Coluna do Hesiodo José – Fragmentos Diários (aumento e também invento)

Coluna do Hesiodo José – Fragmentos Diários (aumento e também invento)

Um homem deu entrada em um hospital de Montes Claros, na Norte de Minas, com uma faca cravada em seu traseiro, após tentar usá-la para se livrar de suas dolorosas hemorroidas – que os médicos disseram que ele não tinha. O paciente, de 54 anos, de sobrenome Alves, sofria de hemorroidas e estava tentando se livrar delas de alguma maneira. Alves é funcionário de um restaurante. Disse a repórteres locais que tinha sofrido com a dor de hemorroidas por quase 20 anos, e na  manhã deste sábado 19/12 decidiu que não aguentava mais. Ele usou uma faca afiada para cravá-la em sua bunda, enxergando o procedimento através de um espelho, mas fora ajudado por dois quartos de cachaça que ingeriu em goles rapidos. Depois que a faca ficou presa, ele ligou para um colega de trabalho pedindo para levá-lo ao hospital. Depois que os médicos removeram a faca, descobriram que Alves nunca teve hemorroidas, e,  o enviaram a uma avaliação psiquiátrica antes de o liberarem para  voltar à sua casa. “Ninguém sabe os motivos que levaram o paciente a enfiar a faca em seu traseiro” Concluiu uma enfermeira.

O Fantasma de São João da Ponte

Jorge Eliezer Julio Pereira, dado como morto aos 52 anos, estava sendo velado pela família e amigos na cidade de São João da Ponte, norte de Minas Gerais. O caixão foi então fechado para que a família pudesse enterrar o homem, que havia sido preso e tinha, segundo os agentes penitenciários, sofrido um ataque cardíaco fatal. Mas, de repente, ele se levantou sozinho do caixão, provocando pânico entre os presentes ao funeral. Em seguida, Jorge sentou no caixão e, com os olhos abertos, viu amigos e parentes correndo e gritando no meio do próprio funeral. Após acordar no velório, dando início a momentos de histeria total entre a maioria dos presentes, o sujeito que, em alguns minutos, estaria sendo levado pro seu sepultamento chorou e foi colocado numa cadeira de balanço. “Naquele momento em que ele acordou no velório, todos achavam que presenciaram uma assombração”, disse um amigo, que não quis se identificar, ao repórter Charles Mochila do Jornal Geraes, “E parecia mesmo. Em um segundo, ele estava prestes a ser sepultado e todos estavam ali para se despedir do falecido. Em seguida, estava de olhos abertos. Ele ressuscitou, ele ressuscitou”, gritaram parentes, desnorteados. A moradora Ardina  Lidiane  Apareceida Rosa, que tinha ido ao velório, descreveu a situação inesperada: “Jorge estava verde. Ele se sentou no caixão, meio desorientado. Parecia um caso paranormal. E tinha gente fazendo orações que desmaiou na hora”. “Teve gritaria, e muita gente correu para a rua e até pra dentro de cemitério. Foi um caos total”, contou Lidiane à rádio Terra de Montes Claros. De acordo com jornal de Noticias, poucos ficaram na sala onde o homem estava sendo velado, com medo, claro, do que tinha acontecido. Jorge, segundo quem ficou, começou a chorar. Médicos foram chamados para socorrê-lo. Ele foi então colocado numa cadeira de balanço e tomou água para se acalmar. Muita gente que estava no velório nem voltou mais, ainda com medo. Jorge, que seria enterrado numa cova que já estava sendo aberta, foi em seguida deitado numa cama, sob cuidados médicos. Como era um presidiário, muitos no lugar começaram a discutir se ele armou a cena para planejar uma fuga. Médicos do presídio, contudo, descartaram e mostraram um laudo que indicava que ele  havia sido dado como morto no hospital da cidade. Ele estava cumprindo pena havia quatro anos. Tinha sido declarado morto, pela primeira vez, 28 horas antes de se levantar no velório. Mas Jorge, atendido pelos médicos, apagou outra vez enquanto tinha sido levantado do caixão e botado na cama. Desta vez, ele morreu mesmo. Médicos fizeram vários exames no local para, finalmente, comprovar que a morte realmente ocorrera  Ele foi então colocado de volta no caixão e enterrado no mesmo dia. Não tinha mais sinais de vida, garantiram os médicos. A polícia de Montes Claros está investigando o caso, muitos pessoas estão deixando a cidade de São João da Ponte, alegando que Jorge é visto com frequência andando próximo ao cemitério, já presidiários colegas de cela estão em pânico afirmando que ele sempre aparece de cócoras no canto que dormia.

Riso da Hora

Uma loira, uma ruiva e uma morena vão assaltar um banco, na fuga, encontram um guarda. Cada uma se esconde em um saco de lixo que acharam. O policial chuta o primeiro saco (onde estava a morena). A morena finge ser um cão: -Au! Au! O policial chuta o segundo. A ruiva finge ser um gato: -Miau! Miau Então ele chuta o terceiro onde está a loira: -Batatas! Batatas! 

Fica assim, amanhã tem mais…

Por Hesiodo José

Hesiodo José
Hesiodo José

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