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Coluna do Hesiodo José – Fragmentos Diários (aumento e também invento)

Coluna do Hesiodo José – Fragmentos Diários (aumento e também invento)

Alguns dias de folga

Então como dizia “Chicó” só sei que foi assim. Peguei meus dias de folga e ribei a tanga, fui conhecer Santa Rosa de Lima, aqui pertinho desta Montes Claros dos nóiados da praça da Matriz. Foi bom, aproveitei bastante, ganhei uns trocados ajudando minha tia Luzinete vender pequi e chupa-chupa, aliás  o pequi até que conseguimos vender um saco, mas o outro devido a chuva se encalhou e nada. Achei bem feito, porque em um pacotinho só a velha mandava fazer vinte. Foi por ai, estamos  de volta galera. Ah sim, não poderia deixar de dizer que o senhor Claudio “boca de veia” não trabalha mais conosco, por motivos pessoais e alcoólicos. A nossa assessoria especial por enquanto fica interinamente com a moça que faz a faxina aqui na redação  Sirila Mocotó é semi-analfabeta, mas atende o telefone. 

Deu para um tem que dar para todos

Foi em São Paulo neste final de semana, para ser mais exato no parque do Ibirapuera. Flavia de seu Geraldo que morava na vila Siom e está há pouco mais de 06 meses na capital já virou  noticia. Aliás o próprio pai nos disse ontem que ela já havia aprontado por aqui. Vamos ao fato, Flavia estava no parque tomando uns pileques quando viu um carinha e a química bateu, se olharam e sem dizer nada suas roupas automaticamente já estavam no chão e naquela brincadeira de ir e vir, apareceram seis homens altamente sedentos da folia, primeiro foram educados segundo testemunhas, “Oi moça por favor, você pode dar pra gente também?” Flavia então com sua empáfia, soberba e egoismo, desdenhou os rapazes que se sentiram menosprezados. Então como que coreografados se despiram ao mesmo tempo e começaram a movimentar os órgãos genitais com as mãos, era um vai e vem que o rapaz que estava com Flavia percebeu que era ruim de ficar de bunda pelada para cima. Fugiu nu ainda roubou a bolsa da Montesclarense que foi obrigada a dar  duas vezes para cada um daqueles homens. Na delegacia ela disse que arranjará um advogado para processar o Estado. “Se houvesse um órgão para orientar moças como eu nada disso aconteceria, eu não teria dado para um estranho!” finalizou a moça. 

Riso da Hora

Luizinho, do que voce tem mais medo? – Da mula-sem-cabeca, fessora. – Mas, Luizinho, a mula-sem-cabeca não existe. É apenas uma lenda… Você não precisa ter medo. Mariazinha, do que você tem mais medo? – Do saci-perere, fessora. – Mariazinha o saci-perere também não existe. E somente outra lenda… Você não precisa ter medo. – E você, Joãozinho? Do que tem mais medo? – Do Mala Men, fessora. – Mala Men? Nunca ouvi falar… Quem é esse tal de Mala Men? – Quem é eu também não sei, fessora. Mas toda noite minha mãe diz na oração: Não nos deixes cair em tentação mas livrai-nos do Mala Men. 

Fica assim, amanhã tem mais…

Por Hesiodo José

Hesiodo José
Hesiodo José

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