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Coluna do Hesiodo José – Fragmentos Diários (aumento e também invento)

 

Coma a mulher minha comida não

O sargento Alfonso Ribeiro Nunes no comando de uma operação da policia Militar para atender um desentendimento entre um casal em município próximo a Bocaiúva no Norte de Minas, disse que nos seus 15 anos de farda jamais vira algo semelhante para não dizer hilário. Trata-se do fato de que o lavrador Adalberto Sobrinho Neto de 34 anos casado com Dalva Maria há 08, saiu de casa e chamou a guarnição para testemunhar sua evasão provocada por um chifre. Segundo ele que trabalha como ajudante de caminhoneiro, sempre que chegava de viagem ouvia murmurinhos de que um “Ricardão” visitava sua casa durante algumas noites, e é justamente nas noites em que a esposa Dalva deixava os filhos para dormir na casa da mãe dela, alegando que sairia para vigília na igreja. De posse de todas estas informações Adalberto fingiu que iria viajar, mas escondeu-se nas proximidades para dar o flagrante, a noite subiu em uma árvore que lhe dava um visual privilegiado e viu os filhos saírem para a casa da avó, bem mais tarde ela saiu com uma bíblia na mão e deu uma volta de quase 01 hora e voltou olhando para os lados, entrou e não trancou a porta. Algum tempo depois o primo dele, amigo de farras e noitadas, entrou também olhando para todos os lados. Lá dentro ficaram por longas horas, Por volta das 02 horas da madrugada ele saiu fumando um cigarro e vestido a camisa branca de Adalberto ir à festa do Senhor do Bonfim de Bocaiúva. Ali na árvore feito bicho arborícola ele permaneceu até que na hora do almoço algo lhe ferveu no sangue, seu primo chegava cheirando a perfume e vestido outra camisa, de dentro da casa recendia o cheiro de galinha caipira. Então Adalberto possesso da pior das iras, como relatou o Sargento, entrou apertando os dentes e arrastou o forro da mesa espalhando comida por todo o chão, pegou a panela com a galinha cozida e jogou todo o açúcar que estava na lata, jogou farinha no café, e suas roupas numa velha bruaca, ao sair gritou em voz alta para que até o mais longínquo dos viventes escutassem, “Esta cadela você pode comer quando bem entender, mas minha comida você não come!”

Ei Psiu quer comer a minha mãe?

Já Shakespeare, seria cômico se não fosse trágico. Situação de degola moral vivida por uma família de viciados em crack que moram próximos a rodoviária de Belo Horizonte, estive lá para resolver um problema que só poderia ser resolvido lá, desci do ônibus e me dirigia ao ponto de taxi quando vi um garotinho sujo, mais ou menos 10 anos de idade me chamando de uma pequena barraca de lona em baixo do viaduto, quando me aproximei ele puxou a lona e pude ver uma senhora de magra de aproximadamente 30 anos totalmente nua, a voz rouca do menino dizia, “Quer comer minha mãe?” tomei um susto e andei rápido na impressão de  estar figurando em um destes filmes trash da madrugada. Mas infelizmente o taxista confidenciou-me  que ela faz programas para comprar drogas para toda a família de viciados, ainda completou que tive sorte por não estar com tesão, se eu entro ali sairia de bolso liso.

Riso da Hora

O advogado estava viajando de carro pela BR, um tatu foi atravessar na frente do carro e o motorista parou e pegou o tatu. Colocou no porta malas e seguiu viagem. Pouco na frente uma blitz da polícia federal o parou. Pediram os documentos, pediram pra ele descer do carro e abrir o porta-malas. Lá dentro o policial vê o tatu e fala:

– Rapaz, você é louco. Esse animal é selvagem, isso vai te dar cadeia. Se eu chamar a policia ambiental você está frito.

O advogado explica:

– Bem capaz, esse tatu é meu. De estimação. Está comigo desde novinho. Se você soltar ele no chão eu dou dois assobios e ele volta e fica do meu lado. Ele é treinado.

O policial diz:

– Não acredito nessa sua história.

– Então solte ele pra você ver, – diz o advogado.

O policial pega o tatu, solta ele no chão e o tatu corre pro mato. O policial então pede pro advogado:

– Agora chame o tatu de volta.

E o advogado pergunta; Que Tatu?

Fica assim, amanhã tem mais…

Por Hesiodo José

Hesiodo José
Hesiodo José

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