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MG – Bola volta ao banco dos réus pelo assassinato de carcereiro em 2000

Réu já foi julgado em novembro de 2012, por este crime, mas foi absolvido pelo conselho de sentença.

MG - Bola volta ao banco dos réus pelo assassinato de carcereiro em 2000
MG – Bola volta ao banco dos réus pelo assassinato de carcereiro em 2000

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O ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, volta ao banco dos réus, nesta quinta-feira (17), pelo assassinato do carcereiro Rogério Martins Novello, em maio de 2000, no bairro São Joaquim, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. A primeira data do júri era setembro de 2015, mas foi adiado porque o pai de um dos advogados de defesa morreu naquela data, de acordo com a assessoria do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.

O julgamento será presidido pelo juiz Elexander Camargos Diniz e o promotor Daniel Saliba representa o Ministério Público. A defesa está a cargo dos advogados Ércio Quaresma, Fábio Silva, Fabrício Cury, Fernando Magalhães e Zanone Manuel. O júri acontece no Fórum Doutor Pedro Aleixo.

Bola já foi julgado em novembro de 2012, por este crime, mas foi absolvido pelo conselho de sentença. Contudo, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) pediu a anulação do primeiro júri, alegando que um vídeo apresentado aos jurados, onde Bola manuseava uma arma, teria os inibido. Além disso, o MPMG alegou que os jurados decidiram de forma contrária às provas dos autos. De acordo com a denúncia, ele teria matado o homem a tiros em uma emboscada, a mando de uma outra pessoa.

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Bola está preso na Casa de Custódia da Polícia Civil e cumpre pena de 22 anos por homicídio duplamente qualificado (meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima) e ocultação do cadáver de Eliza Samudio – que foi morta em 2010, após um relacionamento com o ex-goleiro Bruno Fernandes, condenado a 22 anos e três meses, como mandante do crime.

Relembre

O ex-policial teria disparado contra Novello de dentro de um carro, em frente à loja da família da vítima, no bairro São Joaquim, em Contagem. Segundo a promotoria, o ex-policial teria sido contratado para praticar o crime. O acusado foi reconhecido pela irmã da vítima, Renata Novello, que o identificou pela TV, durante as investigações do caso Eliza Samudio.

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