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Coluna do Hesiodo José – Fragmentos Diários (aumento e também invento)

Coisas do Brasil que você não sabia

Juramento e Glaucilândia

Vocês já ouviram falar de uma chuva extremamente incomum, ou melhor, dizendo, de um fenômeno bizarro que tem sido relatado por vários povos chamada de “chuva de peixes”? Segundo testemunhas, nas localidades de Juramento e Glaucilândia próximo a Montes Claros, esse evento vem ocorrendo. Chuvas de animais, apesar de bizarras não são tão incomuns – há registros de chuva de animais como rãs, pássaros, morcegos, caranguejos e até carne e sangue – e aparentemente não tem nada de “paranormal”, alguns até com explicações plausíveis, entretanto, no caso destes dois lugares, isso não deveria acontecer…. Porém, aconteceu e as explicações científicas se embasam na possibilidade de fenômenos como tornados e trombas d’agua advindos de fenômenos ocorridos em Bocaiúva elevarem os peixes do rio de Engenheiro Dolabela para os céus, posteriormente despejando-os sobre as duas cidades de Juramento e Glaucilandia. Para a semana Santa os moradores convidam as cidades vizinhas, inclusive o Prefeito Ruy Muniz de Montes Claros para uma grande “peixada, só pede para usarem guarda-chuvas de alumínio, pois costumam cair Curimatãs de até 100 quilos.

O caso Burarama

Leonice Aparecida  moradora do bairro Sapé antiga Burarama, hoje Capitão Enéas. Com 13 anos de idade conseguia movimentar objetos, estourar lâmpadas, e até mesmo manter estranhos ‘diálogos’ com ruídos que se originavam nas paredes de sua casa. Isso fez com que em pouquíssimo tempo Leonice ficasse conhecida como “ A Paranormal de Burarama e região” ou “A Enteada do Capeta”, entre outras alcunhas. Os fenômenos vieram a público em abril de 1981, quando o jornal “Zero Hora do Rio de Janeiro” estampou em sua capa, uma foto da menina erguendo o colchão de sua cama sem tocá-lo, a foto foi tirada por um Padre que se dizia exorcista, mas tivera medo de tirar o diabo da  menina, depois de vender a foto para o jornal fugiu. De acordo com sua mãe, desde bebê ela já mantinha um comportamento esquisito. Quando em idade escolar, divertia-se fazendo brincadeiras de mau-gosto com os colegas, como fazer voar os bonés dos meninos pelas janelas da sala de aula, e fazer com que pedras da estrada levitassem dançando pelo ar no caminho para casa. O pai, Arnildo, desaparecido em 1988, aos 57 anos, relatava que o caso havia se agravado em Novembro de 1987, quando fatos assustadores passaram a acontecer. Papéis picados apareciam do nada em baixo da cama da filha, lâmpadas piscavam freneticamente e explodiam logo em seguida, baldes de água se locomoviam sozinhos e colchões se contorciam até dobrar ao meio. Somente Arnildo era capaz de, com olhares, exercer algum poder sobre as ‘atividades’ da filha  evitando que ela despedaçasse o restante das louças, que voavam de encontro a parede mais próxima. Por conta disto surgira uma contenda entre os dois, pai e filha andavam se estranhando, com isso  Arnildo desapareceu   misteriosamente quando andava sozinho pela  rua do centro de Capitão Enéas que se chamava Burarama, testemunhas contam que ele fumava um cigarro de palha e carregava um frango caipira amarrado na bagagem da bicicleta, assustadoramente a bicicleta pedalou sozinha durante 02 minutos até invadir a contramão e bater numa carroça de lenha. Depois da repercussão dois detetives foram de Montes Claros para investigar o caso, ficaram duas semanas interrogando a garota, na terceira sumiram também sem deixar pista alguma. O caso continua sem solução e a menina hoje senhora sem paradeiro, já que ninguém é bôbo de tentar procurá-la, sempre que alguém é designado lhe acontece alguma fatalidade.

Riso da Hora

Desconfiado da fidelidade da sua mulher, o marido resolveu contratar um detetive particular. Deu a dica de um motel onde ela poderia estar e mandou o detetive ficar de olho para dar o flagrante: – Não deixe a cretina escapar, que eu estou de olho lá na esquina! O homem ficou na expectativa por mais de uma hora. De repente, vê o detetive dando a maior surra numa mulher. – Espera aí! Essa não é a minha mulher! – Mas é a minha – berrou o detetive.

Fica assim, amanhã tem mais…

Por Hesiodo José

Hesiodo José
Hesiodo José

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