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Norte de Minas – Municípios do Norte de Minas ameaçam paralisação por falta de repasse de recursos

Os prefeitos do Norte de Minas, mais uma vez, estão vivendo o caos com a falta de recursos para o transporte escolar da rede estadual.
De acordo com o prefeito Denilson Rodrigues da Silveira, até o momento, nenhuma das dez parcelas de convênio assinado em 2015 foi repassada
De acordo com o prefeito Denilson Rodrigues da Silveira, até o momento, nenhuma das dez parcelas de convênio assinado em 2015 foi repassada

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Os prefeitos do Norte de Minas, mais uma vez, estão vivendo o caos com a falta de recursos para o transporte escolar da rede estadual.  A observação é do presidente da Associação de Municípios da Bacia do Médio São Francisco (Ammesf) e prefeito de Francisco Sá, Denilson Rodrigues da Silveira, ao receber da resposta da secretaria de Estado de Educação que não há previsão segura para o repasse.

De acordo com o prefeito, até o momento, nenhuma das dez parcelas de convênio assinado em 2015 foi repassada.

São dois meses de atraso. A primeira parcela deveria ter sido enviada aos cofres dos municípios em no dia 10 de fevereiro de 2016. Foi prometido para o dia 20, e agora estão falando que o pagamento poderá ser efetivado no dia 31. Se o repasse não sair até o final do mês, teremos que, mais uma vez, interromper o transporte – alerta Denilson Silveira.

Os municípios do Norte de Minas, através do seu porta-voz, pedem um tratamento diferenciado, que leve em consideração peculiaridades da região que tornam o serviço ainda mais caro.

VIATOTAL

ViaTotal

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O critério para distribuição do recurso contempla apena o número de alunos, mas não considera a dimensão territorial e a situação das estradas dos municípios. Temos cidades com dimensão territorial imensa, como Buritizeiro, Januária, São Francisco e outras, com grandes rotas, e isso não o diferencia dos demais. A maioria das estradas vicinais é de terra, o que aumenta consideravelmente os custos da manutenção, o gasto maior com combustível, tudo isso torna o quilômetro rodado mais caro. O governo se prontificou a estudar o caso, mas acreditamos que, neste primeiro semestre, não será possível essa revisão – ressalta o presidente da Ammesf.
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