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Montes Claros – Seminário sobre Distrofia Muscular e Acessibilidade

Com apoio da Unimontes, o Grupo da Distrofia da Ademoc realizou na tarde da última segunda-feira (16), o  I Seminário sobre Distrofia Muscular e Acessibilidade. O evento contou com a participação de estudantes, profissionais da área da saúde e  pessoas interessadas no assunto.

Durante o Seminário os membros do Grupo da Distrofia Muscular (DM), apresentaram a cartilha sobre a DM e pontuaram os principais sintomas e tipos da doença, ressaltando a importância do diagnóstico precoce e o tratamento correto. “O atendimento para a pessoa com DM deve ser diferenciado, os profissionais da saúde devem estar preparados para recebe-los adequadamente”, destacou Flávio Rocha da Fonseca.

 
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O presidente do Grupo, Rodolpho Melo que também é portador de DM, explicou a necessidade de divulgar as causas, sintomas e tratamento da distrofia. “A cartilha tem o intuito de mostrar o que é a doença e promover conhecimento sobre as políticas públicas voltadas para nós. É difícil encontrar um profissional que saiba lidar com esse tipo de patologia”.

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Distrofia muscular é um grupo de doenças genéticas nas quais os músculos que controlam o movimento enfraquecem progressivamente. No geral, apenas os músculos de movimentos voluntários são afetados, mas algumas formas dessa doença também podem atingir o coração e outros órgãos de movimentos involuntários. A DM muitas vezes pode ser diagnóstica ainda no pré-natal, os principais sintomas começam aparecer ao cinco anos de idade, como queda frequente, fraqueza nas pernas, dificuldades de correr e pular, entre outras patologias ligadas a coordenação motora.

O encontro trouxe esclarecimentos sobre a doença, e também mostrou a importância de inserir a pessoa com necessidade especial na sociedade. Patrícia Pereira Prates é membro do Grupo da DM e apresentou aos participantes a tecnologia assistiva – recursos fabricados de forma artesanal que contribuem para habilidades funcionais da pessoa com deficiência. “O Rodolpho é um exemplo de como esse tipo de acesso ajuda no processo de socialização. Com espuma ele criou uma adaptação para jogar vídeo game e usar o celular”, lembra Patrícia.

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O chefe de gabinete da prefeitura de Montes Claros, Geraldo Edson que também é médico, postulou sobre a inserção da pessoa com necessidade especial na educação básica e lembrou que também deve haver professores capacitados para receber os alunos especiais.
 
O Vereador Valcir Soares (PTB) apontou as leis municipais e federais que amparam a pessoa com deficiência. O parlamentar também afirmou que a super proteção da família pode ser uma barreira no processo de socialização. “É necessário mostrar que a pessoa com necessidade especial é capaz de fazer qualquer coisa, dentro das suas próprias limitações”, finalizou Valcir.
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