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Distrito Federal e 17 Estados têm desemprego superior a 10%

Distrito Federal e oito Estados romperam a barreira dos 10% de desemprego na passagem do quarto trimestre do ano passado para o primeiro trimestre deste ano.

Mais da metade das 27 unidades federativas brasileiras tiveram taxa de desemprego acima de 10% nos três primeiros meses do ano, divulgou o IBGE, na manhã desta quinta-feira (19/05/2016).

 

Distrito Federal e 17 Estados têm desemprego superior a 10%
Distrito Federal e 17 Estados têm desemprego superior a 10%

 

Dados da Pnad Contínua, pesquisa de desemprego do instituto, mostraram que 17 Estados e o Distrito Federal estão nessa situação.

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O Distrito Federal e oito Estados romperam a barreira dos 10% de desemprego na passagem do quarto trimestre do ano passado para o primeiro trimestre deste ano.

A taxa de desemprego geral do país para o primeiro trimestre, de 10,9%, foi divulgada no final do mês passado pelo instituto. O que foi divulgado na manhã desta quinta-feira (19) foram os dados regionalizados para o período.

“Temos um quadro onde a desocupação se acentuou em todas as regiões do país”, afirmou Cimar Azeredo, coordenador do Trabalho e Rendimento do IBGE.

Os Estados da Bahia (15,5%), Rio Grande do Norte (14,3%) e Amapá (14,3%) tiveram as maiores taxas do Brasil, enquanto Santa Catarina (6%), Rio Grande do Sul (7,5%) e Rondônia (7,5%) registraram as menores taxas.

O estado de São Paulo apresentou taxa de desemprego de 12% no primeiro trimestre, a maior da série histórica, iniciada em 2012. O resultado indica aumento do desemprego -no trimestre imediatamente anterior, a taxa foi de 10,1%. Há um ano -no primeiro trimestre de 2015-, a taxa era de 8,5%.

Desde o segundo trimestre de 2014 a taxa de São Paulo supera a média geral para o país. Somente de janeiro a março, 471 mil pessoas entraram na fila de emprego no Estado.
São Paulo encerrou o trimestre com 2,886 milhões de desocupados, alta de 19,5% em relação ao trimestre imediatamente anterior. No intervalo de um ano, o número absoluto de desocupados cresceu 45,7%.

No caso dos ocupados, o Estado fechou o período com 21,1 milhões de pessoas nessa condição, queda de 1% nas duas bases de comparação. Somente na passagem do último trimestre de 2015 para o primeiro trimestre deste ano, 204 mil pessoas perderam seus empregos.

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