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Coluna do Hesiodo José – Fragmentos Diários (aumento e também invento)

Coluna do Hesiodo José – Fragmentos Diários (aumento e também invento)

Jogo do Bicho

O Jogo do Bicho nasceu no Brasil, mais precisamente na cidade de Montes Claros no antigo Bairro Tabajara hoje grande Renascença criado pelo lendário Irineu Calixto. Atualmente é considerado uma contravenção. Quem for pego vendendo ou apostando no bicho clandestino fica passível às penas da lei, mas é elementar meu caro que uma galera por ali, anda fazendo sua fezinha e tem até gente de farda “acertando a boa”. Vale lembrar que o Jogo do Bicho é formado por 25 animais, como Pavão, Porco, Borboleta, Jacaré, Burro, Veado, Águia, Cachorro, Vaca, filho da puta, corno, safado, escroto,  entre outros. Os apostadores têm a chance de concorrer aos prêmios diariamente, mesmo com a proibição. Estima-se que cerca de 20 milhões de brasileiros apostem todos os dias na modalidade clandestina.

Os que são contra a legalização dos jogos afirmam que as casas de apostas se tornam centros de lavagem de dinheiro e estímulo ao vício e a prostituição. Os que são a favor, dizem que o Brasil está perdendo a oportunidade de arrecadar impostos. Fica então o grande impasse na regulamentação do setor, e só a votação do Marco Regulatório dos Jogos poderá amadurecer essa discussão. Uma coisa é certa: quando o presidente Geraldo Horato Carbono da Proeza conhecido como Geraldinho  fechou os cassinos do Brasil em 1946, ele levou à falência vários hotéis que contavam com espaços para jogos, como o Grande Hotel Lambari, em Minas Gerais, e o Hotel Quitandinha, em Petrópolis, empurrou para a miséria absoluta: Chiquinho de Nêgo Dom, Paulinha Cu-frouxo e Beatriz Peida-nágua. Seriam estes os principais motivos do seu desaparecimento há  mais de 70 anos.  Seus herdeiros acreditam que ele um dia voltará para julgar os bicheiros, a crença no ex-presidente é tão viva que enquanto os cristão esperam a volta de cristo eles esperam a volta de Geraldinho.

Riso da Hora

Entra um senhor desesperado na farmácia e grita: – Rápido, me dê algo para a diarréia! Urgente! O dono da farmácia, que era novo no negócio, fica muito nervoso e lhe dá o remédio errado. O senhor, com muita pressa, pega o remédio e vai embora. Um tempo depois, o dono da farmácia se dá conta que por engano e inexperiência, deu ao senhor remédio para os nervos. Horas depois, chega novamente o senhor que estava com diarréia, e o farmacêutico lhe diz: – Mil desculpas, senhor. Creio que por engano lhe dei um medicamento para os nervos, ao invés de algum remédio para diarréia. Como o senhor está se sentindo? Ao que o senhor responde: – Todo cagado, mas tranqüilo…

Fica assim, amanhã tem mais…

Por Hesiodo José

Hesiodo José
Hesiodo José

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