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Montes Claros – Hospital Dilson Godinho sofre com a falta de medicamentos para pacientes oncológicos

Montes Claros – Hospital Dilson Godinho sofre com a falta de medicamentos para pacientes oncológicos

No Dilson Godinho, a reclamação é dos pacientes, que denunciam que medicamentos para tratamento de câncer de próstata não estão disponíveis, no setor de quimioterapia do hospital.

Montes Claros - Hospital Dilson Godinho sofre com a falta de medicamentos para pacientes oncológicos
Montes Claros – Hospital Dilson Godinho sofre com a falta de medicamentos para pacientes oncológicos

 

Segundo um paciente de 64 anos, que, uma vez por mês, viaja de ônibus mais de 400 km para se tratar em Montes Claros, quando chega à unidade é informado que o medicamento (Lutron 3,75 mm) está em falta.

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O pessoal é sempre muito atencioso, mas infelizmente eles dizem que estão faltando os medicamentos para a quimioterapia e que temos que retornar no mês seguinte – afirma.

Mesma situação de outro paciente de Montes Claros, de 67 anos, que também faz uso do medicamento Lectrun e não está conseguindo manter o tratamento porque, segundo ele, é sempre informado por funcionários do hospital que o medicamento está em falta.

Estou cansado de vir aqui e eles não terem os medicamentos – lamenta.

O paciente conta que encaminhou uma reclamação à Ouvidoria Geral do SUS do Estado de Minas Gerais e recebeu a resposta no dia 09 de junho. No espelho da demanda que ele apresentou à reportagem de O Norte, a Ouvidoria confirma a falta do medicamento e explica que “ocorreu por falta no mercado e devido a atraso de recebimento do Município e do Estado”.

Em nota, a Fundação Dilson Godinho informou que “a falta de medicamento para tratamento de câncer de próstata, mais especificamente o Lupron e Lectrum 3,75mm, ocorreu por causa da falta do produto por parte do próprio fabricante do medicamento”.

Quando informada sobre a falta do produto no estoque do fabricante, a Fundação Dilson Godinho tomou as providências necessárias para adquirir medicamento que pudesse substituir os dois medicamentos, inclusive com custo superior (o dobro do preço), arcando com o custo, uma vez que o SUS paga apenas o valor do Leuprolida e o fabricante prevê que a situação se normalize ainda neste mês – informa o hospital.

Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde esclarece que, no modelo atual de assistência farmacêutica, “os medicamentos não são destinados diretamente aos hospitais. Sendo assim, a compra dos medicamentos é de responsabilidade dos próprios hospitais”.

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