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Coluna do Paiva Netto – Do Novo Mandamento de Jesus à Paz


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On 14 de setembro de 2016
Last modified:14 de setembro de 2016

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Coluna do Paiva Netto - Do Novo Mandamento de Jesus à Paz

Coluna do Paiva Netto – Do Novo Mandamento de Jesus à Paz

Jesus é o Pão Vivo que baixa do Alto para alimentar as criaturas humanas e espirituais, uma vez que a morte não interrompe a Vida. Ele disse: “Eu sou o Pão Vivo que desceu do Céu. Se alguém dele comer, viverá eternamente” (Evangelho do Cristo, consoante João, 6:51).

A Bíblia Sagrada, entendida e vivida em Espírito e Verdade, à luz do Novo Mandamento do Cristo Ecumênico, o Sublime Estadista, é a mesa farta em que, sob os auspícios do Amor Divino, todos dele nos podemos nutrir: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abri-la para mim, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo. Ao vencedor, Eu o farei sentar-se comigo no meu trono, assim como também Eu venci e me sentei com meu Pai no Seu trono de glória. Quem tem ouvidos de ouvir ouça o que o Espírito diz às Igrejas do Senhor” (Apocalipse de Jesus, segundo João, 3:20 a 22 — Carta à Igreja em Laodiceia).

A regra perfeita para estudo e vivência, que afasta ódios e fanatismos da interpretação das Escrituras Bíblicas, é, voltamos a dizer, o Mandamento Novo do Divino Chefe, a Ordem Suprema de Deus, a Ciência Universal do Cristo: “Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos” (Boa Nova, consoante João, 13:34 e 35, Bíblia de Jerusalém). Existem aqueles que acham, como se fora fatalismo por eles atribuído em censura aos místicos, que a guerra é indissociável do ser humano, sem que haja outra possibilidade de rápido progresso. Naturalmente, encontram-se iludidos. Talvez por enquanto lhes falte a resolução de contrapor-se a qualquer obstáculo e pugnar sem receios por tempos de fato mais pacíficos. Isso requer dose decisiva de arrojo: ir contra aquilo que certos “costumes milenares” ruinosos “decidiram” ser o caminho inarredável das massas. Mas há muitos que possuem esse destemor. Sérgio Vieira de Mello (1948-2003), diplomata brasileiro morto em missão de Paz a serviço da ONU no Iraque, foi um deles. Não afirmo que o instinto assassino vá desaparecer de uma hora para outra da face do planeta, a não ser pela manifestação de uma vontade superior à nossa: a de Deus. Apenas não aceito modelos radicais, capitulados como realismo irremovível, que paralisam a sociedade. Digamos, a fim de argumentar, que, se a guerra viesse, teríamos de enfrentá-la com toda a necessária coragem. Nada de fugir a coisa alguma. Entretanto, um dia, a Fraternidade e a Justiça mudarão para melhor o destino acidentado dos indivíduos, das famílias, das pátrias.

Quando a criatura se purifica, tudo se transforma à sua volta.

Recado Divino

Enfatizo, então, ao término desta página, Recado Divino de um Senhor sempre preocupado com o bem-estar dos povos: “Minha Paz vos deixo, minha Paz vos dou. Eu não vos dou a paz do mundo. Eu vos dou a Paz de Deus que o mundo não vos pode dar. Não se turbe o vosso coração nem se arreceie. Porque Eu estarei convosco, todos os dias, até o fim do mundo!” (Evangelho de Jesus, segundo João, 14:27 e 1; e Mateus, 28:20).

No entanto, Ele, com o sumo valor que todos conhecemos, não se permitiu largar do flagelo para repelir os vendilhões no magnífico Templo de Jerusalém (Evangelho, segundo João, 2:15).

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

José de Paiva Netto
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