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Eleições 2014 – Vice de Eduardo Campos, Marina diz que Aécio Neves cheira à derrota

Candidata a vice na chapa do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), a ex-senadora Marina Silva (Rede/PSB) quebrou o clima de paz mantido com o senador mineiro e também presidenciável Aécio Neves (PSDB), em entrevista à Folha de S. Paulo. “O PSDB sabe que já tem o cheiro da derrota no segundo turno. E o PT já aprendeu que a melhor forma de ganhar é contra o PSDB”, diz Marina, em um trecho do vídeo divulgado na manhã desta quinta-feira (8).

Eleições 2014 - Vice de Eduardo Campos, Marina diz que Aécio Neves cheira à derrota
Eleições 2014 – Vice de Eduardo Campos, Marina diz que Aécio Neves cheira à derrota

A declaração acontece após declarações de Campos destacando as diferenças com Aécio. Apesar de se tratarem como amigos, ambos pretendem disputar o segundo turno das eleições presidenciais contra a presidente Dilma Rousseff (PT); o que os coloca em um plano adversário no primeiro turno. “O Eduardo vai estar no segundo turno”, garante a ex-senadora.

Durante toda a entrevista, Marina insiste em ressaltar as diferenças entre o ex-governador pernambucano e os outros dois adversários. “Há um cansaço muito grande com esse enquadramento que é feito a cada eleição tentando confinar o eleitor em apenas duas opções”, afirmou.

Parte das declarações da ex-senadora parece também endereçadas à Aécio, que tem tentado garantir o apoio de Campos num eventual segundo turno. “Se tem tanto interesse em dizer que é igual, é porque sabem que é diferente. E estão tentando sequestrar essa diferença do olhar do cidadão, do olhar do eleitor”, disse.

DILMA – Marina também não poupou críticas a Dilma, contra quem disputou as eleições em 2010. “O governo da Dilma termina com a marca do retrocesso”, diz na entrevista, após lembrar os legados dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Lula (PT).

“O próprio reajuste do Bolsa Família que foi feito é para compensar, como diz o Eduardo Campos, a inflação que o governo sair do controle. Isso para falar da agenda econômica. Sem falar no desgaste profundo que o governo vive com os sucessivos escândalos que vem sendo denunciados”, completou.

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