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Eleições 2014 – No debate da Band, Marina tentou livrar-se da fama de ambientalista radical

No debate da Band, Marina tentou livrar-se da fama de ambientalista radical
No debate da Band, Marina tentou livrar-se da fama de ambientalista radical

Apresentada sempre por seus adversários como um avatar de deusa das florestas, que atrapalhou e atrasou projetos como a usina de Belo Monte, a candidata Marina tentou, a todo custo, afastar-se da pecha de ambientalista radical.

No ar, ela lembrou que viabilizou licitações mais difíceis do governo Lula, como Santo Antônio e Girau, além da Br 163. Marina citou ainda a liberação das obras de transposição do São Francisco, ainda no governo Lula.

“O que propomos é uma nova visão de desenvolvimento, com menos uso de recursos naturais e com uso maior de tecnologia e produtividade”, explicou.

O pior momento de Marina ocorreu no terceiro bloco, quando falava sobre o tamanho do Estado, com o Pastor Everaldo. Sem conversa mole, o candidato do PSC defendeu o estado mínimo e reclamou que o Estado atrapalhava o empreendedor nacional e que era preciso inverter essa lógica, reduzindo o estado inchado que sugava o trabalhador. Defensor do livre mercado, o pastor reclamou da mão do Estado.

Marina então defendeu que não deveria haver estado provedor nem estado mínimo. “O que deve haver é um estado mobilizador, para ter eficácia no atendimento”.