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Vídeo – Londres investiga suposta decapitação de refém britânico por facção

O governo do Reino Unido informou neste sábado (13) que está investigando a autenticidade de um vídeo que mostraria a decapitação do britânico David Haines, refém do Estado Islâmico.

Se confirmada a morte, David Haines, de 44 anos, será o terceiro refém morto desta maneira pela organização radical em menos de um mês
Se confirmada a morte, David Haines, de 44 anos, será o terceiro refém morto desta maneira pela organização radical em menos de um mês

O Ministério de Relações Exteriores disse estar “trabalhando urgentemente” para verificar a veracidade da gravação, intitulada “Uma mensagem para aliados da América”. Se confirmada, Haines, de 44 anos, será o terceiro refém morto desta maneira pela facção radical em menos de um mês.

Os outros dois foram os jornalistas americanos Steven Sotloff e James Fowley. No vídeo que mostra a decapitação de Scotloff, Haines já era ameaçado de morte pelo EI. O britânico teria sido sequestrado na Síria em março do ano passado quando atuava para um grupo de assistência humanitária no país, que está em guerra civil.

A suposta decapitação do britânico foi divulgada um dia depois de sua família fazer um apelo aos militantes do Estado Islâmico para libertá-lo.

O governo britânico tem sido um aliado dos Estados Unidos no discurso de combate à facção radical que vem tomando territórios da Síria e do Iraque. Um fator específico em relação ao Reino Unido é o recrutamento de seus cidadãos para lutar pelo EI no Oriente Médio

Estima-se que pelo menos 500 jovens britânicos já tenham se juntado à facção. Recentemente, o governo anunciou uma série de medidas para tentar conter esse movimento.

Folhapress

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