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MG – Após 8 dias, continuam as buscas por adolescente que se que se afogou em Aimorés


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On 14 de setembro de 2015
Last modified:14 de setembro de 2015

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MG - Após 8 dias, continuam as buscas por adolescente que se que se afogou em Aimorés

Militares enfrentam obstáculos para tentar localizar a garota. Adolescente de 13 anos desapareceu nas águas do Rio Manhuaçu ao tentar salvar um cachorro no último dia 6. 

Militares do Corpo de Bombeiros realizam, nesta segunda-feira, mais uma tentativa de encontrar a adolescente Raika de Freitas Oliveira, de 13 anos, desaparecida desde 6 de setembro quando entrou no Rio Manhuaçu para salvar um cachorro. O acidente aconteceu na zona rural de Aimorés, no Vale do Rio Doce.

Raika de Freitas Oliveira, de 13 anos, desaparecida desde 6 de setembro quando entrou no Rio Manhuaçu para salvar um cachorro
Raika de Freitas Oliveira, de 13 anos, desaparecida desde 6 de setembro quando entrou no Rio Manhuaçu para salvar um cachorro

Natural do Espírito Santo, Raika estava em Minas Gerais com a família a passeio. No domingo, ela mergulhou no rio para tentar salvar um cachorro que havia caído na água, mas se afogou. Com o apoio de máquinas da prefeitura, os bombeiros tentaram retirar algumas pedras que ficam no local, mas até o momento ela não foi encontrada.

No último sábado, familiares da adolescente chegaram a comunicar nas redes sociais o encerramento das buscas, informando a intenção de realizar uma cerimônia religiosa no local do acidente. Mas, segundo os bombeiros, os trabalhos não foram interrompidos.

De acordo com o tenente Carlos Henrique Viana, do Corpo de Bombeiros de Governador Valadares, que atende Aimorés, uma equipe de quatro militares seguiu para a cidade nesta segunda para render os outros bombeiros que estavam na cidade há três dias. “Até semana passada nós tínhamos mais ou menos a ideia de que estava em uma loca, uma galeria subaquática. Porém, deve ter chovido na cabeceira e o rio encheu. Temos que continuar as buscas, pode ser que ainda esteja lá ou em outro lugar”, explica o militar.

Conforme o tenente, além da grande quantidade de pedras, a forte correnteza e o volume maior do rio trazem dificuldades nas buscas. As condições impossibilitam o uso de barcos e em alguns pontos não é possível mergulhar.

Do Portal EM

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