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Montes Claros – Superlotação em hospitais dificulta transferência de pacientes


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On 20 de maio de 2016
Last modified:20 de maio de 2016

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Montes Claros - Superlotação em hospitais dificulta transferência de pacientes

Situações extremas têm feito com que o coordenador do hospital registre boletim de ocorrência.
Após a reabertura para o atendimento 24 horas, o Pronto Atendimento Municipal Hospital Alpheu de Quadros voltou a conviver com um problema antigo: a dificuldade de transferência de pacientes para os hospitais da cidade.
Situações extremas têm feito com que o coordenador do hospital registre boletim de ocorrência
Situações extremas têm feito com que o coordenador do hospital registre boletim de ocorrência

 

De acordo com o coordenador do Alpheu de Quadros, José Pedro Fonseca Neto, a situação tem se complicado em determinados períodos e a principal causa tem sido a superlotação dos hospitais da cidade, que não podem receber os pacientes que deveriam ser transferidos.

Somente este ano, três boletins de ocorrência já foram registrados pelo coordenador, que solicitou a transferência de pacientes e não conseguiu. Um desses casos foi registrado em fevereiro, quando uma paciente de 83 anos deu entrada no Alpheu de Quadros com insuficiência respiratória provocada por doença pulmonar obstrutiva crônica e não pode ser transferida para nenhum hospital por falta de macas no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Na época, o Samu informou que a falta de macas se dá devido à retenção dos equipamentos nos hospitais da cidade, que estão superlotados.

O último caso registrado foi há duas semanas. De acordo com o coordenador, o fato foi exposto ao Conselho Municipal de Saúde, à Superintendência Regional de Saúde e ao Ministério da Saúde.

Todas as vezes que tomamos atitudes extremas, nós comunicamos. Estamos esbarrando justamente no processo de transferência. Nós recebemos os pacientes, estabilizamos, mas na hora da transferência enfrentamos grande dificuldade – explica.

Ainda de acordo com José Pedro, a transferência para unidades que comportam a gravidade do paciente é assegurado por portaria do Ministério da Saúde, no entanto isso não vem sendo seguido.

A Superintendência Regional de Saúde informou que possui equipes que regulam a transferência de pacientes e disponibilidade de leitos e que todo trabalho é feito para que não haja a retenção de macas por parte dos hospitais.

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