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De funcionários a milionários

De funcionários a milionários

Conheça a trajetória de pessoas que foram garçonetes, dentistas, costureiras, cortadoras de cana, e hoje faturam milhões com suas ideias

A CEO da Francisca Joias, Sabrina Nunes, nasceu em Minas Gerais e foi garçonete, vendeu roupas de porta em porta e até cortou cana. De Minas para Mato Grosso e de lá para o Rio de Janeiro, criou a loja virtual Francisca Joias, atualmente posicionada como o maior e-commerce de semijoias contemporâneas do Brasil. A empresária que começou com R$ 50, em uma plataforma terceirizada de artesanatos, fatura hoje com seu negócio próprio cerca de R$ 2,5 milhões ao ano. O objetivo de faturamento para 2017 é de R$ 4 milhões.

Já a empreendedora Leiza Oliveira, CEO da Minds Idiomas, começou a vida como costureira para fazer uma renda extra e ajudar em casa, depois migrou para uma escola de idiomas e ficou lá por alguns anos. Enquanto trabalhava na instituição, Leiza resolveu usar o ambiente para laboratório e deu certo, anos depois a empresária junto com um amigo criou a Minds Idiomas, uma das maiores redes de idiomas do Brasil, com 72 unidades e um faturamento de R$ 72 milhões/ano

O jovem paulista, Daniel Olszewer, estudou odontologia, mas não se identificava com um consultório. O empreendedor que sempre acreditou na liberdade de ir e vir, em 2014 criou a Coworking 1108. Daniel enfrentou muitas dificuldades por ter começado a empresa em um ano que envolvia dois megaeventos no Brasil,as eleições presidenciais e a copa do mundo. Entretanto, isso não afetou o desenvolvimento do negócio, pelo contrário, a empresa possui duas unidades bem localizadas na capital paulista e está para inaugurar a terceira neste mês. Pioneiro em um modelo de negócio diferenciado, a 1108 vende endereços virtuais 100% online. A projeção de faturamento da empresa para 2017 é de R$ 1 milhão e 200 mil reais.

Fundada em 2015 por Hugo Collier e Paulo Fernandes, a ABlab, startup focada em marketing digital de performance, utiliza dados para embasar e defender seus projetos. A agência que faturou em seu primeiro ano de operação R$ 4,5 milhões e clientes como Citroën, Sodexo e Basf, defende a cultura da horizontalidade. “Como somos uma agência de performance entre tantas buscamos esse modelo independente para conseguir atrair colaboradores e clientes, sempre “casando” ambos os lados. É comprovado por estudos científicos que um funcionário com liberdade e em um ambiente de trabalho amigável produz muito mais do que qualquer outro”, comenta o fundador, Paulo Fernandes. A empresa pretende faturar uma média de 5 Milhões até dezembro, com 23 contas e cerca de 36 funcionários.


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