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Atlético pressiona mas não sai do zero contra o San Lorenzo e é eliminado da Sul-Americana

Atlético pressiona mas não sai do zero contra o San Lorenzo e é eliminado da Sul-Americana

De time reserva contra a equipe do Papa não dá para fazer milagres. A opção de não escalar os titulares contra o San Lorenzo, ontem, no Independência, foi do técnico Thiago Larghi, justificada pela sequência de jogos acumulados da temporada. E se a Sul-Americana não é prioridade, que o Galo fique pelo caminho.

Mesmo com o time reserva, o Atlético dominou a partida, mas não conseguiu marcarMesmo com o time reserva, o Atlético dominou a partida, mas não conseguiu marcar
Mesmo com o time reserva, o Atlético dominou a partida, mas não conseguiu marcar

 

Derrotado no jogo de ida na Argentina, por 1 a 0, o Atlético precisava de uma vitória por dois gols de diferença – ou, no mínimo, de um triunfo por placar igual, para levar a decisão para os pênaltis – mas ficou no empate sem gols, caindo na primeira fase da competição continental que lhe cabia para a temporada.

Esta foi a sétima participação alvinegra no torneio, considerado o segundo em importância na América depois da Libertadores. Em nenhuma edição o Galo conseguiu emplacar uma campanha digna. O capítulo deste ano foi encerrado com um misto de vaias por alguns torcedores e de incetivos de outros, que cantaram o hino do clube.

“A gente criou bastante, fomos prejudicados pela arbitragem. Foi uma equipe que não tinha jogado juntos”, afirmou o zagueiro Iago Maidana. “Tivemos chances, mas acabei tropeçando na hora de finalizar e, na outra, o zagueiro tirou. Lutamos. Futebol é assim mesmo”, completou o meia Erik.

A quantidade de jogos – a quarta partida em dez dias – fez com que o treinador optasse em escalar um time reserva, o que gerou muita crítica pelo fato de o Atlético sinalizar que estaria abrindo mão de uma competição internacional.

Daqueles considerados titulares, apenas Victor e Otero começaram jogando. O time argentino jogou completo. Precisando do resultado positivo, o Galo se mandou ao ataque e até que criou algumas oportunidades, duas vezes com Erik. Em uma, ele tropeçou, na outra limpou o lance, mas não caprichou no arremate.

O time argentino, de santo, não tinha nada. Batia sem dó, irritando os atleticanos. Foram seis amarelados na partida. Isso, sem contar aquela velha catimba para gastar tempo. O Galo seguiu martelando na etapa final. Numa falta de Otero, quase que Navarro aceitou. Elias também teve uma chance cara a cara e concluiu mal.

A partida virou ataque contra defesa. O Atlético reclamou também de um toque de bola de Coloccini na área, não marcado pelo árbitro chileno Julio Bascuñan. Thiago Larghi só foi mexer com 28 min, colocando Gustavo Blanco, Bruno Roberto e Marquinhos. Daí para o fim, foi aquele desespero e nada foi possível fazer.

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