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AMAMS solicita a caixa parceria para melhoria no atendimento aos municípios do Norte de Minas

O Norte de Minas tem aproximadamente R$ 329,3 milhões de verbas federais oriundas de convênios, projetos e emendas parlamentares, que correm o risco de serem devolvidos aos cofres públicos, por diversos fatores, sendo o principal a falta de projetos técnicos. Os dados foram apresentados no início da noite de terça-feira pelo superintendente executivo da Área de Governo da Caixa Econômica Federal de Minas Gerais, Espirito Santo e Rio de Janeiro, Cristiano Boaventura de Medeiros, durante reunião na Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene – AMAMS, que  contou com a presença do gerente geral da Superintendência Regional da Caixa, Sérgio Luiz Silva e técnicos do setor de projetos e convênios.

AMAMS solicita a caixa parceria para melhoria no atendimento aos municípios do Norte de Minas

 

O presidente da AMAMS, Marcelo Felix, prefeito de Januária;  o secretário-executivo, Ronaldo Mota Dias e o diretor técnico Raphael Castro Mota mostraram aos dirigentes da Caixa Econômica Federal que existe necessidade de transformar a representação regional atual da instituição em Gerência Regional, desvinculada de Governador Valadares, como é até agora; contratação de mais técnicos para analisar os projetos, pois são apenas quatro profissionais para mais de 560 projetos. Cristiano Boaventura mostrou que a região tinha R$ 445 milhões de recursos para vários projetos, mas apenas 26% desse total, ou seja, R$ 11 5,7 milhões foram liberados e outros R$ 329,3 milhoes estão pendentes e com risco de serem devolvidos.

Durante a reunião, o superintendente executivo Cristiano Boaventura anunciou que realizará um mutirão, juntando os técnicos de Belo Horizonte, Governador Valadares, Montes Claros e Uberlândia para analisar os projetos que tramitam na Superintendência Regional de Montes Claros, para desafogar essa situação. Ele pediu que a AMAMS articulasse uma capacitação dos gestores de convênio dos municípios que estão com os convênios e projetos retidos e solicitou também que o Departamento Técnico da AMAMS ajude nesse mutirão, com sua equipe de engenharia. O presidente da AMAMS, Marcelo Felix acatou os dois pedidos.

O diretor técnico da AMAMS, Raphael Castro mostrou que um dos maiores problemas vividos pelos municípios é com a regularização fundiária, seja urbana como rural e isso tem impedido receber os recursos. O presidente da AMAMS, Marcelo Felix lamentou que exista ainda a burocracia cartorial, mas que esse mutirão poderá ajudar a resolver toda demanda.

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