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O que o novo consumidor busca na Black Friday 2020?

O que o novo consumidor busca na Black Friday 2020?

Especialistas apostam em crescimento das vendas virtuais, tendência que já vinha se consolidando nas últimas edições da data e cresceu ainda mais este ano

A Black Friday é uma data comercial que ocorre nos Estados Unidos, em 27 de novembro, após o Dia de Ações de Graças, um dos feriados mais importantes do país. Nos últimos anos, a data vem se popularizando em diversos locais do mundo, como o Brasil, que começou a ter a sua versão em 2010. 

A origem da Black Friday ainda é discutida, mas alguns historiadores apontam que esse termo foi empregado pela primeira vez em 24 de setembro de 1869, por causa da queda vertiginosa dos preços do ouro na Bolsa de Valores de Nova Iorque, após dois especuladores tentarem monopolizar esse mercado.

A data marca o início da temporada de compras natalinas e ficou mundialmente conhecida pelos descontos, que podem chegar a até 90% do preço original. Em 2019, a Black Friday brasileira registrou um crescimento de 25% no e-commerce, e as lojas físicas tiveram um aumento de 9% das vendas em relação à edição do ano anterior. 

Comportamento dos consumidores

Para a edição brasileira de 2020, aposta-se no crescimento das compras realizadas virtualmente, tendência que já cresceu nos últimos meses. Isso vai exigir uma boa estrutura de e-commerce por parte das lojas e dos comerciantes.

Neste ano, os consumidores estão mais interessados em utilizar a data para se presentear, já que o cenário atual obrigou 7 em cada 10 brasileiros a deixarem de comprar algo que desejavam, de acordo com dados levantados pelo jornal O Globo.

A mesma pesquisa, que entrevistou 1,7 mil pessoas, verificou que 42% delas têm planos de comprar na Black Friday, enquanto 35% não sabem e 23% não pretendem. 

A porcentagem dos consumidores que pensam em comprar em lojas físicas ficou em 16%, menos da metade dos 35%, número registrado em 2019. Cerca de 35% dos que não costumam comprar na data alegaram não acreditar na veracidade das ofertas anunciadas na Black Friday.Outra novidade relevante, registrada pela pesquisa, neste ano são os motivos que levarão os consumidores a comprar. Enquanto 65% dos entrevistados que desejam se presentear, 51% declararam que irão priorizar marcas que tiveram ações positivas durante o período.

Itens mais procurados

Embora os itens eletroeletrônicos sigam em destaque entre as preferências dos entrevistados, correspondendo a 30% no caso dos smartphones e 30% de eletrônicos, roupas e acessórios continuam sendo os campeões da Black Friday, mais buscados por 31% dos consumidores.

Em seguida, destacam-se os calçados (26%) e os eletrodomésticos (23%), além dos cosméticos e dos perfumes (21%). Em 2020, houve um aumento da busca por categorias de produtos: computadores, cujo interesse cresceu de 11% para 20%, e móveis, de 9% para 21%.

Impacto das questões globais

O aumento do e-commerce é uma tendência vista nos últimos anos na Black Friday. Na edição de 2019, as vendas on-line no Brasil superaram os R$ 3,2 bilhões. A expectativa para a edição de 2020 é que o valor cresça 20% em relação a isso, segundo dados da empresa de pesquisas Ebit Nielsen.

Em função das dificuldades deste ano, as lojas físicas tiveram uma limitação nos horários de funcionamento e no número de clientes que podiam transitar no interior dos estabelecimentos. Especialistas apostam que isso deve impactar as vendas presenciais da Black Friday. Uma pesquisa recente da consultoria McKinsey & Company mostra que 26% dos consumidores entrevistados vão às lojas presenciais quando necessário, o que pode reduzir esse tipo de compra.
Por isso, é fundamental que os consumidores que preferirem ir às lojas presenciais pesquisem com antecedência quais são os horários de funcionamento e qual é o limite de pessoas. Se você é daqueles que gostam de realizar uma pesquisa entre diferentes estabelecimentos na busca por um bom preço, faça isso virtualmente e, uma vez decidido onde comprar, só, então, se dirija ao local.

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